
A Arte De Ter Sempre Razão de Arthur Schopenhauer
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 88
Sinopse: Redigido em Berlim em 183031, A Arte de Ter sempre Razão foi publicado em 1864. Com Hegel, a dialéctica atinge o seu perfil filosófico mais elevado. Schopenhauer [] replica com uma operação de força igual e contrária, e redu-la ao mínimo, considerando-a a arte de ter razão, a `teoria de arrogância humana natural. Operação que, de um ponto de vista filosófico, é provavelmente menos profunda, mas que acaba por se revelar mais bem adaptada às mudanças dos tempos, porque Schopenhauer não liga a dialéctica a uma filosofia, mas à própria condição do homem enquanto animal dotado de palavra, quer dizer [], enquanto ser a quem os deuses deram a palavra para que possa ocultar o seu pensamento. [Franco Volpi]
A Arte De Ter Sempre Razão de Arthur Schopenhauer
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 88
Sinopse: Redigido em Berlim em 183031, A Arte de Ter sempre Razão foi publicado em 1864. Com Hegel, a dialéctica atinge o seu perfil filosófico mais elevado. Schopenhauer [] replica com uma operação de força igual e contrária, e redu-la ao mínimo, considerando-a a arte de ter razão, a `teoria de arrogância humana natural. Operação que, de um ponto de vista filosófico, é provavelmente menos profunda, mas que acaba por se revelar mais bem adaptada às mudanças dos tempos, porque Schopenhauer não liga a dialéctica a uma filosofia, mas à própria condição do homem enquanto animal dotado de palavra, quer dizer [], enquanto ser a quem os deuses deram a palavra para que possa ocultar o seu pensamento. [Franco Volpi]
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 88
Sinopse: Redigido em Berlim em 183031, A Arte de Ter sempre Razão foi publicado em 1864. Com Hegel, a dialéctica atinge o seu perfil filosófico mais elevado. Schopenhauer [] replica com uma operação de força igual e contrária, e redu-la ao mínimo, considerando-a a arte de ter razão, a `teoria de arrogância humana natural. Operação que, de um ponto de vista filosófico, é provavelmente menos profunda, mas que acaba por se revelar mais bem adaptada às mudanças dos tempos, porque Schopenhauer não liga a dialéctica a uma filosofia, mas à própria condição do homem enquanto animal dotado de palavra, quer dizer [], enquanto ser a quem os deuses deram a palavra para que possa ocultar o seu pensamento. [Franco Volpi]












