A Casa Ocupada de Graça Videira Lopes
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A Casa Ocupada de Graça Videira Lopes

A Casa Ocupada de Graça Videira Lopes

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Setembro 2022

Sinopse:
Um brasileiro torna-viagem mandou construir um palacete à Junqueira, em Lisboa, em 1889, para nele instalar a numerosa prole que não cessou também de aumentar fora de casa. O edifício - abandonado pelos anos 1950 e ocupado na sequência da revolução de abril de 1974 - está hoje transformado num condomínio de luxo onde moram Pedro e Júlia, um jovem casal de economistas. É pela voz de Júlia - curiosa sobre o passado da casa -, mas também da sua cunhada Sofia, do namorado desta e de outros narradores, que vamos conhecendo não só as histórias das próprias personagens, mas também as que elas vão gradualmente descobrindo: a do republicano José Anastácio, o primeiro proprietário do palacete; e a do pai de Pedro e de Sofia, maoista em tempos da Revolução de 1974 e empresário de sucesso muitos anos depois. Inteligente, divertido e cheio de surpresas, este romance - finalista do Prémio LeYa em 2021 - toma as décadas anteriores à implantação da República, os anos da Revolução de Abril e os tempos atuais como contexto e cenário, para nos oferecer um retrato breve e irónico de algumas elites portuguesas, desde finais do século XIX até aos nossos dias.
$17.64
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Setembro 2022

Sinopse:
Um brasileiro torna-viagem mandou construir um palacete à Junqueira, em Lisboa, em 1889, para nele instalar a numerosa prole que não cessou também de aumentar fora de casa. O edifício - abandonado pelos anos 1950 e ocupado na sequência da revolução de abril de 1974 - está hoje transformado num condomínio de luxo onde moram Pedro e Júlia, um jovem casal de economistas. É pela voz de Júlia - curiosa sobre o passado da casa -, mas também da sua cunhada Sofia, do namorado desta e de outros narradores, que vamos conhecendo não só as histórias das próprias personagens, mas também as que elas vão gradualmente descobrindo: a do republicano José Anastácio, o primeiro proprietário do palacete; e a do pai de Pedro e de Sofia, maoista em tempos da Revolução de 1974 e empresário de sucesso muitos anos depois. Inteligente, divertido e cheio de surpresas, este romance - finalista do Prémio LeYa em 2021 - toma as décadas anteriores à implantação da República, os anos da Revolução de Abril e os tempos atuais como contexto e cenário, para nos oferecer um retrato breve e irónico de algumas elites portuguesas, desde finais do século XIX até aos nossos dias.

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Setembro 2022

Sinopse:
Um brasileiro torna-viagem mandou construir um palacete à Junqueira, em Lisboa, em 1889, para nele instalar a numerosa prole que não cessou também de aumentar fora de casa. O edifício - abandonado pelos anos 1950 e ocupado na sequência da revolução de abril de 1974 - está hoje transformado num condomínio de luxo onde moram Pedro e Júlia, um jovem casal de economistas. É pela voz de Júlia - curiosa sobre o passado da casa -, mas também da sua cunhada Sofia, do namorado desta e de outros narradores, que vamos conhecendo não só as histórias das próprias personagens, mas também as que elas vão gradualmente descobrindo: a do republicano José Anastácio, o primeiro proprietário do palacete; e a do pai de Pedro e de Sofia, maoista em tempos da Revolução de 1974 e empresário de sucesso muitos anos depois. Inteligente, divertido e cheio de surpresas, este romance - finalista do Prémio LeYa em 2021 - toma as décadas anteriores à implantação da República, os anos da Revolução de Abril e os tempos atuais como contexto e cenário, para nos oferecer um retrato breve e irónico de algumas elites portuguesas, desde finais do século XIX até aos nossos dias.