
A Chave de Margarida Fonseca Santos
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Um romance sobre o que se cala, sobre o que permanece, e sobre as chaves que abrem as portas da memória e da dor. de Margarida Fonseca Santos Livro vencedor do Prémio Literário João Gaspar Simões atribuído pela Câmara da Figueira da Foz Neste livro vivem as portas que a memória não fecha. Este é um romance de vozes entrelaçadas em torno de Deolinda, a criada-menina que acompanha uma família ao longo de toda a sua vida. Como tantas crianças-mulheres da história portuguesa, foi arrancada cedo à infância para servir, crescer depressa e aprender o silêncio. Ficou, assim, inscrita na intimidade das casas e das memórias, presença discreta e indelével. À volta de Deolinda gravitam histórias marcadas pela violência dos afetos e dos tratos, atravessando famílias ricas e pobres, e deixando feridas que o tempo não apaga. O romance revela como essa violência molda destinos, contamina futuros e se perpetua, invisível, geração após geração. As três personagens encontram-se na escrita. Escritor e editora confundem-se, fundem-se, e é desse encontro que nasce a vertigem do sofrimento dita, escrita, finalmente escutada. Obra distinguida por unanimidade pelo júri do Prémio Literário João Gaspar Simões, que destacou «a qualidade da estrutura formal», «a inteligência da estratégia narrativa» e «a dimensão sociológica da obra, que problematiza a relação entre indivíduo, memória e comunidade».
Original: $17.63
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$5.29A Chave de Margarida Fonseca Santos
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Um romance sobre o que se cala, sobre o que permanece, e sobre as chaves que abrem as portas da memória e da dor. de Margarida Fonseca Santos Livro vencedor do Prémio Literário João Gaspar Simões atribuído pela Câmara da Figueira da Foz Neste livro vivem as portas que a memória não fecha. Este é um romance de vozes entrelaçadas em torno de Deolinda, a criada-menina que acompanha uma família ao longo de toda a sua vida. Como tantas crianças-mulheres da história portuguesa, foi arrancada cedo à infância para servir, crescer depressa e aprender o silêncio. Ficou, assim, inscrita na intimidade das casas e das memórias, presença discreta e indelével. À volta de Deolinda gravitam histórias marcadas pela violência dos afetos e dos tratos, atravessando famílias ricas e pobres, e deixando feridas que o tempo não apaga. O romance revela como essa violência molda destinos, contamina futuros e se perpetua, invisível, geração após geração. As três personagens encontram-se na escrita. Escritor e editora confundem-se, fundem-se, e é desse encontro que nasce a vertigem do sofrimento dita, escrita, finalmente escutada. Obra distinguida por unanimidade pelo júri do Prémio Literário João Gaspar Simões, que destacou «a qualidade da estrutura formal», «a inteligência da estratégia narrativa» e «a dimensão sociológica da obra, que problematiza a relação entre indivíduo, memória e comunidade».
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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Um romance sobre o que se cala, sobre o que permanece, e sobre as chaves que abrem as portas da memória e da dor. de Margarida Fonseca Santos Livro vencedor do Prémio Literário João Gaspar Simões atribuído pela Câmara da Figueira da Foz Neste livro vivem as portas que a memória não fecha. Este é um romance de vozes entrelaçadas em torno de Deolinda, a criada-menina que acompanha uma família ao longo de toda a sua vida. Como tantas crianças-mulheres da história portuguesa, foi arrancada cedo à infância para servir, crescer depressa e aprender o silêncio. Ficou, assim, inscrita na intimidade das casas e das memórias, presença discreta e indelével. À volta de Deolinda gravitam histórias marcadas pela violência dos afetos e dos tratos, atravessando famílias ricas e pobres, e deixando feridas que o tempo não apaga. O romance revela como essa violência molda destinos, contamina futuros e se perpetua, invisível, geração após geração. As três personagens encontram-se na escrita. Escritor e editora confundem-se, fundem-se, e é desse encontro que nasce a vertigem do sofrimento dita, escrita, finalmente escutada. Obra distinguida por unanimidade pelo júri do Prémio Literário João Gaspar Simões, que destacou «a qualidade da estrutura formal», «a inteligência da estratégia narrativa» e «a dimensão sociológica da obra, que problematiza a relação entre indivíduo, memória e comunidade».












