
A Cortina de Milan Kundera
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ensaio em sete partes Neste ensaio divertido e sempre estimulante que prossegue, e de certo modo desenvolve, as reflexões apresentadas nos seus livros A Arte do Romance e Os Testamentos Traídos , Milan Kundera oferece-nos uma viagem aos locais mais emblemáticos do romance moderno. O mundo é-nos sempre ocultado por uma «cortina» de interpretações pré-concebidas, de imagens falaciosas, de representações enganadoras. A função do romance é precisamente rasgar essa «cortina» para revelar algum aspeto até então desconhecido da nossa existência os fragmentos de verdade a que só os autênticos romancistas podem fazer-nos aceder. Em A Cortina, Kundera descreve habilmente como os melhores romances fazem isso mesmo.
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$5.20A Cortina de Milan Kundera
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ensaio em sete partes Neste ensaio divertido e sempre estimulante que prossegue, e de certo modo desenvolve, as reflexões apresentadas nos seus livros A Arte do Romance e Os Testamentos Traídos , Milan Kundera oferece-nos uma viagem aos locais mais emblemáticos do romance moderno. O mundo é-nos sempre ocultado por uma «cortina» de interpretações pré-concebidas, de imagens falaciosas, de representações enganadoras. A função do romance é precisamente rasgar essa «cortina» para revelar algum aspeto até então desconhecido da nossa existência os fragmentos de verdade a que só os autênticos romancistas podem fazer-nos aceder. Em A Cortina, Kundera descreve habilmente como os melhores romances fazem isso mesmo.
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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: Ensaio em sete partes Neste ensaio divertido e sempre estimulante que prossegue, e de certo modo desenvolve, as reflexões apresentadas nos seus livros A Arte do Romance e Os Testamentos Traídos , Milan Kundera oferece-nos uma viagem aos locais mais emblemáticos do romance moderno. O mundo é-nos sempre ocultado por uma «cortina» de interpretações pré-concebidas, de imagens falaciosas, de representações enganadoras. A função do romance é precisamente rasgar essa «cortina» para revelar algum aspeto até então desconhecido da nossa existência os fragmentos de verdade a que só os autênticos romancistas podem fazer-nos aceder. Em A Cortina, Kundera descreve habilmente como os melhores romances fazem isso mesmo.












