
A Vegetariana - Dq 60 Anos de Han Kang
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: O desarmante romance que tornou a autora conhecida em todo o mundo, agora numa coleção singular e irrepetível Ela era absolutamente normal. Não era bonita nem feia. Fazia as coisas sem entusiasmo de maior, mas também nunca reclamava. Deixava o marido viver a sua vida sem sobressaltos, como ele sempre gostara. Até ao dia em que teve um sonho terrível e decidiu tornar-se vegetariana. E essa sua renúncia à carne que, a princípio, ninguém aceitou ou compreendeu acabou por desencadear reações extremadas da sua família. Tão extremadas que mudaram radicalmente a vida a vários dos seus membros o marido, o cunhado, a irmã e, claro, ela própria. A violência do sonho aliada à violência do real só tornou as coisas piores; e então, além de querer ser vegetariana, ela quis ser puramente vegetal e transformar-se numa árvore. Talvez uma árvore sofra menos do que um ser humano. «Um grito contra qualquer tipo de domínio [] Sensual, provocador, inquietante, grotesco e poético.» ISABEL LUCAS, PÚBLICO «Estonteante e cru, A Vegetariana está bem assente na sociedade (sul-coreana) que lhe serve de cenário. Mas, a cada passo, a cada página, vai conquistando uma universalidade [] que justifica a abordagem.» JOÃO GOBERN, DIÁRIO DE NOTÍCIAS «Uma história sobre o direito ao corpo, sobre a violência que os outros sobre este exercem, sobre a dignidade da morte.» SÍLVIA SOUTO CUNHA, VISÃO
Original: $19.62
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$5.89A Vegetariana - Dq 60 Anos de Han Kang
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: O desarmante romance que tornou a autora conhecida em todo o mundo, agora numa coleção singular e irrepetível Ela era absolutamente normal. Não era bonita nem feia. Fazia as coisas sem entusiasmo de maior, mas também nunca reclamava. Deixava o marido viver a sua vida sem sobressaltos, como ele sempre gostara. Até ao dia em que teve um sonho terrível e decidiu tornar-se vegetariana. E essa sua renúncia à carne que, a princípio, ninguém aceitou ou compreendeu acabou por desencadear reações extremadas da sua família. Tão extremadas que mudaram radicalmente a vida a vários dos seus membros o marido, o cunhado, a irmã e, claro, ela própria. A violência do sonho aliada à violência do real só tornou as coisas piores; e então, além de querer ser vegetariana, ela quis ser puramente vegetal e transformar-se numa árvore. Talvez uma árvore sofra menos do que um ser humano. «Um grito contra qualquer tipo de domínio [] Sensual, provocador, inquietante, grotesco e poético.» ISABEL LUCAS, PÚBLICO «Estonteante e cru, A Vegetariana está bem assente na sociedade (sul-coreana) que lhe serve de cenário. Mas, a cada passo, a cada página, vai conquistando uma universalidade [] que justifica a abordagem.» JOÃO GOBERN, DIÁRIO DE NOTÍCIAS «Uma história sobre o direito ao corpo, sobre a violência que os outros sobre este exercem, sobre a dignidade da morte.» SÍLVIA SOUTO CUNHA, VISÃO
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: O desarmante romance que tornou a autora conhecida em todo o mundo, agora numa coleção singular e irrepetível Ela era absolutamente normal. Não era bonita nem feia. Fazia as coisas sem entusiasmo de maior, mas também nunca reclamava. Deixava o marido viver a sua vida sem sobressaltos, como ele sempre gostara. Até ao dia em que teve um sonho terrível e decidiu tornar-se vegetariana. E essa sua renúncia à carne que, a princípio, ninguém aceitou ou compreendeu acabou por desencadear reações extremadas da sua família. Tão extremadas que mudaram radicalmente a vida a vários dos seus membros o marido, o cunhado, a irmã e, claro, ela própria. A violência do sonho aliada à violência do real só tornou as coisas piores; e então, além de querer ser vegetariana, ela quis ser puramente vegetal e transformar-se numa árvore. Talvez uma árvore sofra menos do que um ser humano. «Um grito contra qualquer tipo de domínio [] Sensual, provocador, inquietante, grotesco e poético.» ISABEL LUCAS, PÚBLICO «Estonteante e cru, A Vegetariana está bem assente na sociedade (sul-coreana) que lhe serve de cenário. Mas, a cada passo, a cada página, vai conquistando uma universalidade [] que justifica a abordagem.» JOÃO GOBERN, DIÁRIO DE NOTÍCIAS «Uma história sobre o direito ao corpo, sobre a violência que os outros sobre este exercem, sobre a dignidade da morte.» SÍLVIA SOUTO CUNHA, VISÃO












