Agora E Na Hora Da Nossa Morte de Susana Moreira Marques
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Agora E Na Hora Da Nossa Morte de Susana Moreira Marques

Agora E Na Hora Da Nossa Morte de Susana Moreira Marques

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Out 2025

Nº Páginas: 120

Sinopse: «Há coisas sobre as quais não se pode escrever como sempre se escreveu. Algo muda. Primeiro os olhos, depois o coração ou os nervos ou aquilo a que os antigos chamavam alma e finalmente, as mãos.» Susana Moreira Marques guia-nos por aldeias esquecidas de Trás-os-Montes, por rotas de viagem onde a paisagem é solidão, por rituais de despedida, gestos de consolo e promessas de futuro. Um enfermeiro que fica à cabeceira dos pacientes; uma mulher que engana o marido, escondendo-lhe que ele tem cancro; um homem acamado que precisa de ser escondido da sua querida mulher, demente pessoas no fim da vida ou pessoas que não abandonam quem está doente contam as suas histórias. Narrativa atravessada pela sombra, Agora e na hora da nossa morte ilumina as vidas de quem fala, mas também de quem lê, para que ninguém se esqueça e ninguém seja esquecido. Susana Moreira Marques mistura viagem, história oral, reportagem e meditação filosófica, para escrever sobre a memória e a mortalidade, o tempo que nos falta, as raízes rurais, os laços de amor. No livro com que se estreou, inaugura uma nova linguagem para falar de uma ideia antiga um gesto tão comovente quanto revolucionário.

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Edição: Out 2025

Nº Páginas: 120

Sinopse: «Há coisas sobre as quais não se pode escrever como sempre se escreveu. Algo muda. Primeiro os olhos, depois o coração ou os nervos ou aquilo a que os antigos chamavam alma e finalmente, as mãos.» Susana Moreira Marques guia-nos por aldeias esquecidas de Trás-os-Montes, por rotas de viagem onde a paisagem é solidão, por rituais de despedida, gestos de consolo e promessas de futuro. Um enfermeiro que fica à cabeceira dos pacientes; uma mulher que engana o marido, escondendo-lhe que ele tem cancro; um homem acamado que precisa de ser escondido da sua querida mulher, demente pessoas no fim da vida ou pessoas que não abandonam quem está doente contam as suas histórias. Narrativa atravessada pela sombra, Agora e na hora da nossa morte ilumina as vidas de quem fala, mas também de quem lê, para que ninguém se esqueça e ninguém seja esquecido. Susana Moreira Marques mistura viagem, história oral, reportagem e meditação filosófica, para escrever sobre a memória e a mortalidade, o tempo que nos falta, as raízes rurais, os laços de amor. No livro com que se estreou, inaugura uma nova linguagem para falar de uma ideia antiga um gesto tão comovente quanto revolucionário.

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Out 2025

Nº Páginas: 120

Sinopse: «Há coisas sobre as quais não se pode escrever como sempre se escreveu. Algo muda. Primeiro os olhos, depois o coração ou os nervos ou aquilo a que os antigos chamavam alma e finalmente, as mãos.» Susana Moreira Marques guia-nos por aldeias esquecidas de Trás-os-Montes, por rotas de viagem onde a paisagem é solidão, por rituais de despedida, gestos de consolo e promessas de futuro. Um enfermeiro que fica à cabeceira dos pacientes; uma mulher que engana o marido, escondendo-lhe que ele tem cancro; um homem acamado que precisa de ser escondido da sua querida mulher, demente pessoas no fim da vida ou pessoas que não abandonam quem está doente contam as suas histórias. Narrativa atravessada pela sombra, Agora e na hora da nossa morte ilumina as vidas de quem fala, mas também de quem lê, para que ninguém se esqueça e ninguém seja esquecido. Susana Moreira Marques mistura viagem, história oral, reportagem e meditação filosófica, para escrever sobre a memória e a mortalidade, o tempo que nos falta, as raízes rurais, os laços de amor. No livro com que se estreou, inaugura uma nova linguagem para falar de uma ideia antiga um gesto tão comovente quanto revolucionário.