
As Melhores Histórias do Melhor Amigo
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2022Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Gostava de ter um cãozinho!" Esta deve ser umas das frases mais assustadoras que um pai ou uma mãe podem escutar um dia. Mas se for continuamente repetida e estiver equipada com um advérbio de alta precisão, "Gostava mesmo de ter um cãozinho!", rapidamente começam a faltar os mais fáceis argumentos de recusa, as justificações dos inconvenientes, as contrariedades em perspectiva, a desordem que se adivinha e o medo vai gradualmente cedendo ao pânico - profetiza-se o fim do mundo. É da autoridade da experiência que se ampara o autor destas linhas para fazer esta pouco honrosa confissão, de alguém que receosamente acedeu, uma vez na vida, à entrada de um canídeo no seu quotidiano, e que, no final de tudo, sobreviveu para o contar. E feliz, imagine-se!..." (…) Tenta-se, assim, que este livro constitua, sobretudo, uma carta de amor aos cães, escrita por múltiplas mãos habituadas a acariciar as palavras, mas também o corpo de um animal de estimação com quem partilham o seu dia-a-dia, tantas vezes espectador silencioso do nascimento das suas obras.
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Edição: Out 2022Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Gostava de ter um cãozinho!" Esta deve ser umas das frases mais assustadoras que um pai ou uma mãe podem escutar um dia. Mas se for continuamente repetida e estiver equipada com um advérbio de alta precisão, "Gostava mesmo de ter um cãozinho!", rapidamente começam a faltar os mais fáceis argumentos de recusa, as justificações dos inconvenientes, as contrariedades em perspectiva, a desordem que se adivinha e o medo vai gradualmente cedendo ao pânico - profetiza-se o fim do mundo. É da autoridade da experiência que se ampara o autor destas linhas para fazer esta pouco honrosa confissão, de alguém que receosamente acedeu, uma vez na vida, à entrada de um canídeo no seu quotidiano, e que, no final de tudo, sobreviveu para o contar. E feliz, imagine-se!..." (…) Tenta-se, assim, que este livro constitua, sobretudo, uma carta de amor aos cães, escrita por múltiplas mãos habituadas a acariciar as palavras, mas também o corpo de um animal de estimação com quem partilham o seu dia-a-dia, tantas vezes espectador silencioso do nascimento das suas obras.
Informações do produto
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Envio & Devoluções
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2022Nº Páginas: 160
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"Gostava de ter um cãozinho!" Esta deve ser umas das frases mais assustadoras que um pai ou uma mãe podem escutar um dia. Mas se for continuamente repetida e estiver equipada com um advérbio de alta precisão, "Gostava mesmo de ter um cãozinho!", rapidamente começam a faltar os mais fáceis argumentos de recusa, as justificações dos inconvenientes, as contrariedades em perspectiva, a desordem que se adivinha e o medo vai gradualmente cedendo ao pânico - profetiza-se o fim do mundo. É da autoridade da experiência que se ampara o autor destas linhas para fazer esta pouco honrosa confissão, de alguém que receosamente acedeu, uma vez na vida, à entrada de um canídeo no seu quotidiano, e que, no final de tudo, sobreviveu para o contar. E feliz, imagine-se!..." (…) Tenta-se, assim, que este livro constitua, sobretudo, uma carta de amor aos cães, escrita por múltiplas mãos habituadas a acariciar as palavras, mas também o corpo de um animal de estimação com quem partilham o seu dia-a-dia, tantas vezes espectador silencioso do nascimento das suas obras.

















