
Camões Poeta, Herói NOs Lusíadas de Helena Carvalhão Buescu
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: NO CENTENÁRIO DE CAMÕES, ENSAIO SOBRE O DESCONCERTO DO MUNDO QUE PERCORRE A GRANDE EPOPEIA PORTUGUESA Partindo do conceito de negative capability, de John Keats, propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção que estreitamente alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses e, por outro, o tema do desconcerto do mundo. Este tema, importado da lírica, torna-se o núcleo da reflexão poética no texto épico, e permite compreender como Camões Poeta se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia. O canto e o desconcerto são, assim, forma de subjectivização dOs Lusíadas, levando o Poeta a louvar os que são dignos de integrar o Poema, mas também a expulsar deste aqueles que o não são. É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare. A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente.
Camões Poeta, Herói NOs Lusíadas de Helena Carvalhão Buescu
Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: NO CENTENÁRIO DE CAMÕES, ENSAIO SOBRE O DESCONCERTO DO MUNDO QUE PERCORRE A GRANDE EPOPEIA PORTUGUESA Partindo do conceito de negative capability, de John Keats, propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção que estreitamente alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses e, por outro, o tema do desconcerto do mundo. Este tema, importado da lírica, torna-se o núcleo da reflexão poética no texto épico, e permite compreender como Camões Poeta se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia. O canto e o desconcerto são, assim, forma de subjectivização dOs Lusíadas, levando o Poeta a louvar os que são dignos de integrar o Poema, mas também a expulsar deste aqueles que o não são. É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare. A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente.
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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: NO CENTENÁRIO DE CAMÕES, ENSAIO SOBRE O DESCONCERTO DO MUNDO QUE PERCORRE A GRANDE EPOPEIA PORTUGUESA Partindo do conceito de negative capability, de John Keats, propõe-se neste livro uma leitura que percorre Os Lusíadas como construção que estreitamente alia, por um lado, o canto dos feitos dos Portugueses e, por outro, o tema do desconcerto do mundo. Este tema, importado da lírica, torna-se o núcleo da reflexão poética no texto épico, e permite compreender como Camões Poeta se manifesta, ele mesmo, como herói na sua epopeia. O canto e o desconcerto são, assim, forma de subjectivização dOs Lusíadas, levando o Poeta a louvar os que são dignos de integrar o Poema, mas também a expulsar deste aqueles que o não são. É este o terreno das incertezas, dos mistérios e das dúvidas a que Keats se referira a propósito de Shakespeare. A esta tese central associam-se ainda as múltiplas imagens de Camões, a «insolação sublime» (Eduardo Lourenço) que ele representa, até hoje, na literatura portuguesa, e a sua presença no Oriente.












