
Carlos Antunes - Memórias de um Revolucionário de Isabel Lindim
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Abril 2024Sinopse:
Já sem a rede do PCP, formou as Brigadas Revolucionárias, que seriam responsáveis por vários atentados, e viu o seu nome ser divulgado pela PIDE como o de um delinquente perigoso. Ainda assim, conseguiu evitar a cadeia até à revolução de 1974. Seria já em democracia que acabaria preso, acusado de autoria moral de assaltos a bancos e da decapitação de uma estátua de Salazar em Santa Comba Dão. Neste livro de memórias relatadas na primeira pessoa e recolhidas pela sua enteada, Isabel Lindim, conhecemos a vida, as motivações e os ideais de um dos revolucionários mais inconformados da história recente de Portugal. "Nós achávamos que a Guerra Colonial era um fator de rutura com o regime. Portanto provocar a destruição de meios e de material, impedir o exército de se organizar para fazer a guerra era não só um dever de solidariedade com os povos das colónias, mas também um ato imediatamente percebido pelos soldados e pela população." "Por mais curioso que seja, se nós atingirmos o inimigo e lhe demonstramos que ele está à nossa mercê, mas que lhe poupamos a vida, criamos-lhe uma situação de grande insegurança." Carlos Antunes
Carlos Antunes - Memórias de um Revolucionário de Isabel Lindim
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Abril 2024Sinopse:
Já sem a rede do PCP, formou as Brigadas Revolucionárias, que seriam responsáveis por vários atentados, e viu o seu nome ser divulgado pela PIDE como o de um delinquente perigoso. Ainda assim, conseguiu evitar a cadeia até à revolução de 1974. Seria já em democracia que acabaria preso, acusado de autoria moral de assaltos a bancos e da decapitação de uma estátua de Salazar em Santa Comba Dão. Neste livro de memórias relatadas na primeira pessoa e recolhidas pela sua enteada, Isabel Lindim, conhecemos a vida, as motivações e os ideais de um dos revolucionários mais inconformados da história recente de Portugal. "Nós achávamos que a Guerra Colonial era um fator de rutura com o regime. Portanto provocar a destruição de meios e de material, impedir o exército de se organizar para fazer a guerra era não só um dever de solidariedade com os povos das colónias, mas também um ato imediatamente percebido pelos soldados e pela população." "Por mais curioso que seja, se nós atingirmos o inimigo e lhe demonstramos que ele está à nossa mercê, mas que lhe poupamos a vida, criamos-lhe uma situação de grande insegurança." Carlos Antunes
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Edição: Abril 2024Sinopse:
Já sem a rede do PCP, formou as Brigadas Revolucionárias, que seriam responsáveis por vários atentados, e viu o seu nome ser divulgado pela PIDE como o de um delinquente perigoso. Ainda assim, conseguiu evitar a cadeia até à revolução de 1974. Seria já em democracia que acabaria preso, acusado de autoria moral de assaltos a bancos e da decapitação de uma estátua de Salazar em Santa Comba Dão. Neste livro de memórias relatadas na primeira pessoa e recolhidas pela sua enteada, Isabel Lindim, conhecemos a vida, as motivações e os ideais de um dos revolucionários mais inconformados da história recente de Portugal. "Nós achávamos que a Guerra Colonial era um fator de rutura com o regime. Portanto provocar a destruição de meios e de material, impedir o exército de se organizar para fazer a guerra era não só um dever de solidariedade com os povos das colónias, mas também um ato imediatamente percebido pelos soldados e pela população." "Por mais curioso que seja, se nós atingirmos o inimigo e lhe demonstramos que ele está à nossa mercê, mas que lhe poupamos a vida, criamos-lhe uma situação de grande insegurança." Carlos Antunes












