Doze Césares de Mary Beard; Tradução: Pedro Elói Duarte de Mary Beard
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Doze Césares de Mary Beard; Tradução: Pedro Elói Duarte de Mary Beard

Doze Césares de Mary Beard; Tradução: Pedro Elói Duarte de Mary Beard

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 400

Sinopse:
Qual é o rosto do poder? Quem ganha a eternidade através da arte. E porquê? Pela mão da mais prestigiada classicista da atualidade, descobrimos como doze césares moldaram mais de dois mil anos de imagens do poder. Júlio César: implacável. Domiciano: cruel. Não é por acaso que os líderes menos recomendáveis dos últimos dois séculos são frequentemente caricaturados como Neros a tocar violino enquanto Roma arde. Durante mais de dois mil anos, o poder - leia-se: os mais ricos e reconhecidos nomes do mundo ocidental - foi retratado sob a extraordinária influência da arte clássica, sobretudo a partir da imagem de doze césares. Por que razão foram estes tão inesquecíveis quanto terríveis autocratas a estabelecer-se como modelos de imitação? De que forma gerações e gerações de artistas os perpetuaram nas representações das figuras dos seus tempos? Quantos homens e mulheres, ao longo de séculos, viram as suas identidades deturpadas, redesenhadas ou enformadas pela gloriosa vida de doze césares? Em quase 400 páginas a cores, esta viagem pelas representações do poder começa no retrato imperial e na extraordinária importância que este assume na política romana, passando pelo Renascimento e trazendo-nos depois até aos nossos dias, enquanto nos oferece um novo e muitas vezes surpreendente olhar sobre a arte e a forma como moldou - e molda - a nossa perceção de poder.
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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 400

Sinopse:
Qual é o rosto do poder? Quem ganha a eternidade através da arte. E porquê? Pela mão da mais prestigiada classicista da atualidade, descobrimos como doze césares moldaram mais de dois mil anos de imagens do poder. Júlio César: implacável. Domiciano: cruel. Não é por acaso que os líderes menos recomendáveis dos últimos dois séculos são frequentemente caricaturados como Neros a tocar violino enquanto Roma arde. Durante mais de dois mil anos, o poder - leia-se: os mais ricos e reconhecidos nomes do mundo ocidental - foi retratado sob a extraordinária influência da arte clássica, sobretudo a partir da imagem de doze césares. Por que razão foram estes tão inesquecíveis quanto terríveis autocratas a estabelecer-se como modelos de imitação? De que forma gerações e gerações de artistas os perpetuaram nas representações das figuras dos seus tempos? Quantos homens e mulheres, ao longo de séculos, viram as suas identidades deturpadas, redesenhadas ou enformadas pela gloriosa vida de doze césares? Em quase 400 páginas a cores, esta viagem pelas representações do poder começa no retrato imperial e na extraordinária importância que este assume na política romana, passando pelo Renascimento e trazendo-nos depois até aos nossos dias, enquanto nos oferece um novo e muitas vezes surpreendente olhar sobre a arte e a forma como moldou - e molda - a nossa perceção de poder.

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Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 400

Sinopse:
Qual é o rosto do poder? Quem ganha a eternidade através da arte. E porquê? Pela mão da mais prestigiada classicista da atualidade, descobrimos como doze césares moldaram mais de dois mil anos de imagens do poder. Júlio César: implacável. Domiciano: cruel. Não é por acaso que os líderes menos recomendáveis dos últimos dois séculos são frequentemente caricaturados como Neros a tocar violino enquanto Roma arde. Durante mais de dois mil anos, o poder - leia-se: os mais ricos e reconhecidos nomes do mundo ocidental - foi retratado sob a extraordinária influência da arte clássica, sobretudo a partir da imagem de doze césares. Por que razão foram estes tão inesquecíveis quanto terríveis autocratas a estabelecer-se como modelos de imitação? De que forma gerações e gerações de artistas os perpetuaram nas representações das figuras dos seus tempos? Quantos homens e mulheres, ao longo de séculos, viram as suas identidades deturpadas, redesenhadas ou enformadas pela gloriosa vida de doze césares? Em quase 400 páginas a cores, esta viagem pelas representações do poder começa no retrato imperial e na extraordinária importância que este assume na política romana, passando pelo Renascimento e trazendo-nos depois até aos nossos dias, enquanto nos oferece um novo e muitas vezes surpreendente olhar sobre a arte e a forma como moldou - e molda - a nossa perceção de poder.