Entre A Tradição e A Modernidade: A Vida Quotidiana no Estado Novo de Ana Sofia Ferreira
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Entre A Tradição e A Modernidade: A Vida Quotidiana no Estado Novo de Ana Sofia Ferreira

Entre A Tradição e A Modernidade: A Vida Quotidiana no Estado Novo de Ana Sofia Ferreira

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 224

Sinopse:
UM MERGULHO NA VIDA DAS PESSOAS COMUNS Entre 1933 e 1974, Portugal viveu sob um regime autoritário que influenciou profundamente a vida quotidiana da população. Na memória coletiva, perduram as lembranças da censura, da repressão política e do controlo ideológico. Mas como chegámos lá? E como era, de facto, o dia a dia de quem, na cidade ou no campo, viveu o Estado Novo?A mulher era ensinada a ser casta. O homem, como chefe de família, devia ser respeitado e obedecido. A relação com os filhos era complexa, e predominava, muitas vezes, a violência. A escolaridade fazia-se apenas para aprender a juntar as letras e a assinar o nome. O autor mais censurado foi José Vilhena, com um total de 29 títulos. O consumo de vinho era incentivado pelo próprio regime, ficando famosos slogans como «Beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses».Era assim a vida em Portugal. Com recurso a uma extensa pesquisa e a testemunhos de quem viveu de facto a ditadura, a historiadora e investigadora Ana Sofia Ferreira apresenta-nos neste livro uma visão abrangente de como foi a vida durante o Estado Novo. No meio da fome, pobreza e repressão, uma mensagem de esperança: felizmente, houve quem continuasse a encontrar formas de luta contra as adversidades, forjasse formas de resistência e ousasse sonhar e lutar por um Portugal diferente. AS ALEGRIAS FUGAZES E AS TRISTEZAS DURADOURAS DA COMPLEXA VIDA SOB DITADURA.
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Original: $16.59

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 224

Sinopse:
UM MERGULHO NA VIDA DAS PESSOAS COMUNS Entre 1933 e 1974, Portugal viveu sob um regime autoritário que influenciou profundamente a vida quotidiana da população. Na memória coletiva, perduram as lembranças da censura, da repressão política e do controlo ideológico. Mas como chegámos lá? E como era, de facto, o dia a dia de quem, na cidade ou no campo, viveu o Estado Novo?A mulher era ensinada a ser casta. O homem, como chefe de família, devia ser respeitado e obedecido. A relação com os filhos era complexa, e predominava, muitas vezes, a violência. A escolaridade fazia-se apenas para aprender a juntar as letras e a assinar o nome. O autor mais censurado foi José Vilhena, com um total de 29 títulos. O consumo de vinho era incentivado pelo próprio regime, ficando famosos slogans como «Beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses».Era assim a vida em Portugal. Com recurso a uma extensa pesquisa e a testemunhos de quem viveu de facto a ditadura, a historiadora e investigadora Ana Sofia Ferreira apresenta-nos neste livro uma visão abrangente de como foi a vida durante o Estado Novo. No meio da fome, pobreza e repressão, uma mensagem de esperança: felizmente, houve quem continuasse a encontrar formas de luta contra as adversidades, forjasse formas de resistência e ousasse sonhar e lutar por um Portugal diferente. AS ALEGRIAS FUGAZES E AS TRISTEZAS DURADOURAS DA COMPLEXA VIDA SOB DITADURA.

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Sinopse:
UM MERGULHO NA VIDA DAS PESSOAS COMUNS Entre 1933 e 1974, Portugal viveu sob um regime autoritário que influenciou profundamente a vida quotidiana da população. Na memória coletiva, perduram as lembranças da censura, da repressão política e do controlo ideológico. Mas como chegámos lá? E como era, de facto, o dia a dia de quem, na cidade ou no campo, viveu o Estado Novo?A mulher era ensinada a ser casta. O homem, como chefe de família, devia ser respeitado e obedecido. A relação com os filhos era complexa, e predominava, muitas vezes, a violência. A escolaridade fazia-se apenas para aprender a juntar as letras e a assinar o nome. O autor mais censurado foi José Vilhena, com um total de 29 títulos. O consumo de vinho era incentivado pelo próprio regime, ficando famosos slogans como «Beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses».Era assim a vida em Portugal. Com recurso a uma extensa pesquisa e a testemunhos de quem viveu de facto a ditadura, a historiadora e investigadora Ana Sofia Ferreira apresenta-nos neste livro uma visão abrangente de como foi a vida durante o Estado Novo. No meio da fome, pobreza e repressão, uma mensagem de esperança: felizmente, houve quem continuasse a encontrar formas de luta contra as adversidades, forjasse formas de resistência e ousasse sonhar e lutar por um Portugal diferente. AS ALEGRIAS FUGAZES E AS TRISTEZAS DURADOURAS DA COMPLEXA VIDA SOB DITADURA.