
Eu Serei a Última (Livro de Bolso) de Nadia Murad
Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 384
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A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.
Nº Páginas: 384
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A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 384
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A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.
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A 15 de Agosto de 2014, a vida de Nadia Murad mudou para sempre. As tropas do Estado Islâmico invadiram a sua pequena aldeia, no Norte do Iraque, onde a minoria yazidi levava uma vida tranquila, e perpetraram um massacre. Executaram homens e mulheres, entre eles a mãe e seis dos irmãos de Nadia, e amontoaram os corpos em valas comuns. Nadia, então com 21 anos, foi sequestrada, tal como milhares de jovens e meninas, e vendida como escrava sexual. Os soldados torturaram-na e violaram-na repetidamente, meses a fio, até que, certa noite, como por milagre, conseguiu fugir pelas ruas de Mossul. Assim começou a sua longa e perigosa viagem até à liberdade. Em pequena, Nadia jamais imaginou que um dia falaria nas Nações Unidas ou que seria nomeada para o Prémio Nobel da Paz. Nunca estivera em Bagdad nem tão-pouco tinha visto um avião. Hoje, a história de Nadia instiga o mundo a prestar atenção ao genocídio do seu povo. É um apelo à acção para deter os crimes do Estado Islâmico, um poderoso testemunho da força de vontade humana. Eu serei a última é, também, uma carta de amor a um país desaparecido, a uma comunidade vulnerável e a uma família devastada pela guerra.












