
Filha da Minha Mãe de Rafael Felizardo, Diogo Costa
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«Primeiro, estava ela. Estava sempre. Era este o destino da filha da minha mãe.» Aos dezoito anos, Emília vive refém da influência esmagadora da mãe - uma mulher tão encantadora quanto manipuladora, tão dedicada quanto dominadora. Entre conselhos que são ordens, controlo disfarçado de afeto e uma lealdade exigida como dívida, a sua vida não lhe pertence. té que o pai morre. No dia do funeral, Emília começa a perceber o poder sufocante que a mãe tem na sua vida. Quando lhe é negada a única coisa que realmente deseja - cumprir a promessa feita ao pai e percorrer o Caminho de Santiago -, a questão torna-se inevitável: até onde vai a lealdade de uma filha? E quando é que deixamos de ser filhas para sermos, finalmente, nós mesmas? Com uma escrita intensa e honesta, Diogo Costa e Rafael Felizardo exploram a complexidade das relações entre mães e filhas. Num romance de estreia arrebatador, levam-nos a questionar os limites entre amor e posse, entre liberdade e culpa, entre quem somos e quem nos ensinaram a ser.












