
Fios De Prumo de Jorge Gomes Miranda
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que pode um poema, simples artefacto verbal, fazer num mundo obsidiado por imagens, ruído e fúria que pretende normalizar a vigilância e a privatização, inclusive do território dos sonhos? Num mundo caótico, fragmentado e alienante, ser como um fio de prumo, ferramenta que utilizámos para encontrar a verticalidade, a rectidão, o alinhamento correto entre desníveis e desigualdades? Tecida por poemas que remetem para canais de televisão, tecnologia e fenómenos culturais, a obra Fios de Prumo procura poeticamente uma autenticidade no desolado escombro da vida quotidiana. Vida mediada pelas redes sociais, onde a ironia deixa de ser um escudo para se tornar uma encenação compulsiva, e pelos ditames da Inteligência Artificial que nos exorta a delegar a nossa voz a algoritmos que simulam a profundidade sem o gene da reflexão e da justiça.
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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que pode um poema, simples artefacto verbal, fazer num mundo obsidiado por imagens, ruído e fúria que pretende normalizar a vigilância e a privatização, inclusive do território dos sonhos? Num mundo caótico, fragmentado e alienante, ser como um fio de prumo, ferramenta que utilizámos para encontrar a verticalidade, a rectidão, o alinhamento correto entre desníveis e desigualdades? Tecida por poemas que remetem para canais de televisão, tecnologia e fenómenos culturais, a obra Fios de Prumo procura poeticamente uma autenticidade no desolado escombro da vida quotidiana. Vida mediada pelas redes sociais, onde a ironia deixa de ser um escudo para se tornar uma encenação compulsiva, e pelos ditames da Inteligência Artificial que nos exorta a delegar a nossa voz a algoritmos que simulam a profundidade sem o gene da reflexão e da justiça.
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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que pode um poema, simples artefacto verbal, fazer num mundo obsidiado por imagens, ruído e fúria que pretende normalizar a vigilância e a privatização, inclusive do território dos sonhos? Num mundo caótico, fragmentado e alienante, ser como um fio de prumo, ferramenta que utilizámos para encontrar a verticalidade, a rectidão, o alinhamento correto entre desníveis e desigualdades? Tecida por poemas que remetem para canais de televisão, tecnologia e fenómenos culturais, a obra Fios de Prumo procura poeticamente uma autenticidade no desolado escombro da vida quotidiana. Vida mediada pelas redes sociais, onde a ironia deixa de ser um escudo para se tornar uma encenação compulsiva, e pelos ditames da Inteligência Artificial que nos exorta a delegar a nossa voz a algoritmos que simulam a profundidade sem o gene da reflexão e da justiça.












