
Livro - A Magia da Autoestima de Osho (Português) de Osho
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Mar 2014Nº Páginas: 352
Sinopse:
«"Respeito" é uma das palavras mais bonitas que conheço. Não tem o sentido de "honra, dignidade" que adquiriu entretanto. Respeito significa, simplesmente, respeitar, isto é, olhar para trás, tomar em consideração. Significa tão-somente olhar de novo. Antes de se tornar parte de uma sociedade, de uma cultura, de uma civilização, conhecia o seu verdadeiro eu.» Grande parte da nossa existência quotidiana é determinada por condicionamentos religiosos e sociais, dos quais não temos consciência e que podem permanecer desconhecidos durante toda a nossa vida. Ao longo destas páginas, Osho revela como funcionam estes condicionamentos, como eles nos afastam da nossa natureza única e irrepetível e como nos levam a assumir uma identidade que não é a nossa. Passamos grande parte da vida sem saber quem realmente somos; assim sendo, como poderemos alguma vez ter uma autoestima verdadeiramente desenvolvida? A verdadeira autoestima, ensina Osho, começa pela autodescoberta; se não descobrirmos quem realmente somos, nunca poderemos gostar de nós próprios e afirmar-nos perante o mundo. Para este processo de descoberta, é preciso enfrentar e combater as falsas identidades que as instituições sociais, religiosas e políticas nos impõem. Trata-se de um desafio difícil - mas se não o assumirmos, nunca estaremos realmente a viver a nossa vida.
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Edição: Mar 2014Nº Páginas: 352
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«"Respeito" é uma das palavras mais bonitas que conheço. Não tem o sentido de "honra, dignidade" que adquiriu entretanto. Respeito significa, simplesmente, respeitar, isto é, olhar para trás, tomar em consideração. Significa tão-somente olhar de novo. Antes de se tornar parte de uma sociedade, de uma cultura, de uma civilização, conhecia o seu verdadeiro eu.» Grande parte da nossa existência quotidiana é determinada por condicionamentos religiosos e sociais, dos quais não temos consciência e que podem permanecer desconhecidos durante toda a nossa vida. Ao longo destas páginas, Osho revela como funcionam estes condicionamentos, como eles nos afastam da nossa natureza única e irrepetível e como nos levam a assumir uma identidade que não é a nossa. Passamos grande parte da vida sem saber quem realmente somos; assim sendo, como poderemos alguma vez ter uma autoestima verdadeiramente desenvolvida? A verdadeira autoestima, ensina Osho, começa pela autodescoberta; se não descobrirmos quem realmente somos, nunca poderemos gostar de nós próprios e afirmar-nos perante o mundo. Para este processo de descoberta, é preciso enfrentar e combater as falsas identidades que as instituições sociais, religiosas e políticas nos impõem. Trata-se de um desafio difícil - mas se não o assumirmos, nunca estaremos realmente a viver a nossa vida.
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Mar 2014Nº Páginas: 352
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«"Respeito" é uma das palavras mais bonitas que conheço. Não tem o sentido de "honra, dignidade" que adquiriu entretanto. Respeito significa, simplesmente, respeitar, isto é, olhar para trás, tomar em consideração. Significa tão-somente olhar de novo. Antes de se tornar parte de uma sociedade, de uma cultura, de uma civilização, conhecia o seu verdadeiro eu.» Grande parte da nossa existência quotidiana é determinada por condicionamentos religiosos e sociais, dos quais não temos consciência e que podem permanecer desconhecidos durante toda a nossa vida. Ao longo destas páginas, Osho revela como funcionam estes condicionamentos, como eles nos afastam da nossa natureza única e irrepetível e como nos levam a assumir uma identidade que não é a nossa. Passamos grande parte da vida sem saber quem realmente somos; assim sendo, como poderemos alguma vez ter uma autoestima verdadeiramente desenvolvida? A verdadeira autoestima, ensina Osho, começa pela autodescoberta; se não descobrirmos quem realmente somos, nunca poderemos gostar de nós próprios e afirmar-nos perante o mundo. Para este processo de descoberta, é preciso enfrentar e combater as falsas identidades que as instituições sociais, religiosas e políticas nos impõem. Trata-se de um desafio difícil - mas se não o assumirmos, nunca estaremos realmente a viver a nossa vida.

















