Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! de Camilo Castelo Branco
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Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! de Camilo Castelo Branco

Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! de Camilo Castelo Branco

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Jan 2024

Nº Páginas: 88

Sinopse: Com este folheto de cordel nasceu um dos maiores prosadores da língua portuguesa. Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! pode parecer apenas uma narrativa de faca e alguidar, mas a verdade é que já contém o fulcro dos grandes romances de Camilo, o fatal amor de perdição e a presença do macabro. Camilo publicou-o anonimamente em 1848. E saíram, depois, mais duas edições, também anónimas que foram autênticos bestsellers. Só 40 anos depois se soube que Camilo era o autor. Autor só do primeiro folheto ou também dos que saíram com o título Matricídio sem Exemplo? Os especialistas dividem-se, mas nas Obras Completas da Lello Editores e na edição brasileiro da Loyola e Giordano publicam-se a 1.ª edição e a 3.ª, que inclui já o julgamento e sentença de Maria José, a assassina de sua mãe. Pela primeira vez num livro só, são essas versões que publicamos, defendendo que ambas são de Camilo e oferecendo aos leitores todos os elementos para que desfrutem destes

$13.57
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Jan 2024

Nº Páginas: 88

Sinopse: Com este folheto de cordel nasceu um dos maiores prosadores da língua portuguesa. Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! pode parecer apenas uma narrativa de faca e alguidar, mas a verdade é que já contém o fulcro dos grandes romances de Camilo, o fatal amor de perdição e a presença do macabro. Camilo publicou-o anonimamente em 1848. E saíram, depois, mais duas edições, também anónimas que foram autênticos bestsellers. Só 40 anos depois se soube que Camilo era o autor. Autor só do primeiro folheto ou também dos que saíram com o título Matricídio sem Exemplo? Os especialistas dividem-se, mas nas Obras Completas da Lello Editores e na edição brasileiro da Loyola e Giordano publicam-se a 1.ª edição e a 3.ª, que inclui já o julgamento e sentença de Maria José, a assassina de sua mãe. Pela primeira vez num livro só, são essas versões que publicamos, defendendo que ambas são de Camilo e oferecendo aos leitores todos os elementos para que desfrutem destes

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Jan 2024

Nº Páginas: 88

Sinopse: Com este folheto de cordel nasceu um dos maiores prosadores da língua portuguesa. Maria! Não Me Mates, Que Sou Tua Mãe! pode parecer apenas uma narrativa de faca e alguidar, mas a verdade é que já contém o fulcro dos grandes romances de Camilo, o fatal amor de perdição e a presença do macabro. Camilo publicou-o anonimamente em 1848. E saíram, depois, mais duas edições, também anónimas que foram autênticos bestsellers. Só 40 anos depois se soube que Camilo era o autor. Autor só do primeiro folheto ou também dos que saíram com o título Matricídio sem Exemplo? Os especialistas dividem-se, mas nas Obras Completas da Lello Editores e na edição brasileiro da Loyola e Giordano publicam-se a 1.ª edição e a 3.ª, que inclui já o julgamento e sentença de Maria José, a assassina de sua mãe. Pela primeira vez num livro só, são essas versões que publicamos, defendendo que ambas são de Camilo e oferecendo aos leitores todos os elementos para que desfrutem destes