
Monstros de Claire Dederer
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse: Uma indagação apaixonada, provocante, extremamente inteligente. Vai ao âmago de uma das discussões mais prementes nos dias de hoje. O que fazemos com as obras de arte de homens monstruosos? Podemos amar a obra de Roman Polanski, Michael Jackson, Hemingway ou Picasso? Deveríamos amá-la? Haverá uma «dispensa» especial para os génios? O que torna uma mulher artista um monstro? E o que deveríamos fazer com a beleza e os nossos sentimentos contraditórios em relação a ela? Claire Dederer explora estas questões e as nossas relações com os artistas cujo comportamento interfere com a nossa capacidade de entender as qualidades intrínsecas de uma obra. Dederer reflete sobre a forma como responde e reage a este dilema, e leva-nos a fazer o mesmo.
Monstros de Claire Dederer
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse: Uma indagação apaixonada, provocante, extremamente inteligente. Vai ao âmago de uma das discussões mais prementes nos dias de hoje. O que fazemos com as obras de arte de homens monstruosos? Podemos amar a obra de Roman Polanski, Michael Jackson, Hemingway ou Picasso? Deveríamos amá-la? Haverá uma «dispensa» especial para os génios? O que torna uma mulher artista um monstro? E o que deveríamos fazer com a beleza e os nossos sentimentos contraditórios em relação a ela? Claire Dederer explora estas questões e as nossas relações com os artistas cujo comportamento interfere com a nossa capacidade de entender as qualidades intrínsecas de uma obra. Dederer reflete sobre a forma como responde e reage a este dilema, e leva-nos a fazer o mesmo.
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2024
Nº Páginas: 304
Sinopse: Uma indagação apaixonada, provocante, extremamente inteligente. Vai ao âmago de uma das discussões mais prementes nos dias de hoje. O que fazemos com as obras de arte de homens monstruosos? Podemos amar a obra de Roman Polanski, Michael Jackson, Hemingway ou Picasso? Deveríamos amá-la? Haverá uma «dispensa» especial para os génios? O que torna uma mulher artista um monstro? E o que deveríamos fazer com a beleza e os nossos sentimentos contraditórios em relação a ela? Claire Dederer explora estas questões e as nossas relações com os artistas cujo comportamento interfere com a nossa capacidade de entender as qualidades intrínsecas de uma obra. Dederer reflete sobre a forma como responde e reage a este dilema, e leva-nos a fazer o mesmo.












