No Fio Da Navalha de Valentim Alexandre
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No Fio Da Navalha de Valentim Alexandre

No Fio Da Navalha de Valentim Alexandre

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Set 2023

Nº Páginas: 512

Sinopse: sendo totalmente autónomo, este livro insere-se num projeto mais vasto, que visa fazer o estudo da última fase do colonialismo português. noutro volume, intitulado contra o vento, seguimos a evolução do império, após a segunda guerra mundial, até 1960. a obra depois publicada - os desastres da guerra - portugal e as revoltas em angola(1961- janeiro a abril)- tem como centro a análise das três grandes convulsões que, em começos de 1961, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em angola: a revolta da baixa de cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março; assim como das suas repercussões em angola e na metrópole. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro.

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Sinopse: sendo totalmente autónomo, este livro insere-se num projeto mais vasto, que visa fazer o estudo da última fase do colonialismo português. noutro volume, intitulado contra o vento, seguimos a evolução do império, após a segunda guerra mundial, até 1960. a obra depois publicada - os desastres da guerra - portugal e as revoltas em angola(1961- janeiro a abril)- tem como centro a análise das três grandes convulsões que, em começos de 1961, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em angola: a revolta da baixa de cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março; assim como das suas repercussões em angola e na metrópole. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro.

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Edição: Set 2023

Nº Páginas: 512

Sinopse: sendo totalmente autónomo, este livro insere-se num projeto mais vasto, que visa fazer o estudo da última fase do colonialismo português. noutro volume, intitulado contra o vento, seguimos a evolução do império, após a segunda guerra mundial, até 1960. a obra depois publicada - os desastres da guerra - portugal e as revoltas em angola(1961- janeiro a abril)- tem como centro a análise das três grandes convulsões que, em começos de 1961, em zonas geográficas diferentes, abalaram o domínio colonial em angola: a revolta da baixa de cassange, de janeiro a março; o assalto às prisões de luanda, em fevereiro; e a insurreição no norte do território, a partir de 15 de março; assim como das suas repercussões em angola e na metrópole. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro. Retomamos agora o fio dessa meada, a partir do momento em que, a 13 de abril, o presidente de Conselho, Oliveira Salazar, vencido o golpe de Estado conhecido por Abrilada, assumiu a pasta da Defesa, fazendo-se desde então a mobilização do contingente geral do Exército para combater a revolta angolana. Em causa estavam então, não apenas a guerra em Angola, mas a defesa de todo o império, face às múltiplas ameaças que sobre ele pendiam. É dessas ameaças e das respostas que lhes foram dadas pelo Governo português - nomeadamente, pelo ministro do Ultramar, Adriano Moreira - que trata o presente livro.