O Dever De Deslumbrar de Filipa Martins
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O Dever De Deslumbrar de Filipa Martins

O Dever De Deslumbrar de Filipa Martins

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Mar 2023

Nº Páginas: 696

Sinopse: intimidando pela verve de aríete e pela beleza, natália correia simbolizou, como poucos, as inquietacões do século xx português. precoce e radical no pensamento feminino, vítima de efabulacões e de mitos, incompreendida e amada, lancou um olhar oracular sobre o seu tempo. em tertúlias, que eram verdadeiras olimpíadas da confraternizacão lisboeta, o seu traco aglutinador envolvia, juntamente com o fumo dos cigarros, intelectuais e admiradores, que se irmanavam com párias e malditos em ideias e poemas de vanguarda. Mulher deslumbrante e carismática, equiparada às maiores pensadoras europeias e às estrelas de Hollywood, atacou o Regime onde mais lhe doía - na moral caduca -, elegeu o erotismo como arma política e tornou-se a autora mais censurada da ditadura. Já no bar que fundou em Lisboa, fez e desfez governos à batuta da sua boquilha. nesta biografia, da autoria de uma das vozes mais seguras da nova literatura portuguesa, convivem a libertária e a conservadora, avessa a expor a sua atribulada vida íntima, a mulher que desprezava a política partidária e que nela viveu, inclusive como deputada; o espírito frágil e o temperamento intempestivo; o polémico exercício de funcões diretivas em órgãos de imprensa e a defesa intransigente das causas maiores; e, em todas as páginas, as contradicões e coerências de uma pensadora capaz de criar para si própria uma narrativa que não a torturasse pelas escolhas que fez.

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Edição: Mar 2023

Nº Páginas: 696

Sinopse: intimidando pela verve de aríete e pela beleza, natália correia simbolizou, como poucos, as inquietacões do século xx português. precoce e radical no pensamento feminino, vítima de efabulacões e de mitos, incompreendida e amada, lancou um olhar oracular sobre o seu tempo. em tertúlias, que eram verdadeiras olimpíadas da confraternizacão lisboeta, o seu traco aglutinador envolvia, juntamente com o fumo dos cigarros, intelectuais e admiradores, que se irmanavam com párias e malditos em ideias e poemas de vanguarda. Mulher deslumbrante e carismática, equiparada às maiores pensadoras europeias e às estrelas de Hollywood, atacou o Regime onde mais lhe doía - na moral caduca -, elegeu o erotismo como arma política e tornou-se a autora mais censurada da ditadura. Já no bar que fundou em Lisboa, fez e desfez governos à batuta da sua boquilha. nesta biografia, da autoria de uma das vozes mais seguras da nova literatura portuguesa, convivem a libertária e a conservadora, avessa a expor a sua atribulada vida íntima, a mulher que desprezava a política partidária e que nela viveu, inclusive como deputada; o espírito frágil e o temperamento intempestivo; o polémico exercício de funcões diretivas em órgãos de imprensa e a defesa intransigente das causas maiores; e, em todas as páginas, as contradicões e coerências de uma pensadora capaz de criar para si própria uma narrativa que não a torturasse pelas escolhas que fez.

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Mar 2023

Nº Páginas: 696

Sinopse: intimidando pela verve de aríete e pela beleza, natália correia simbolizou, como poucos, as inquietacões do século xx português. precoce e radical no pensamento feminino, vítima de efabulacões e de mitos, incompreendida e amada, lancou um olhar oracular sobre o seu tempo. em tertúlias, que eram verdadeiras olimpíadas da confraternizacão lisboeta, o seu traco aglutinador envolvia, juntamente com o fumo dos cigarros, intelectuais e admiradores, que se irmanavam com párias e malditos em ideias e poemas de vanguarda. Mulher deslumbrante e carismática, equiparada às maiores pensadoras europeias e às estrelas de Hollywood, atacou o Regime onde mais lhe doía - na moral caduca -, elegeu o erotismo como arma política e tornou-se a autora mais censurada da ditadura. Já no bar que fundou em Lisboa, fez e desfez governos à batuta da sua boquilha. nesta biografia, da autoria de uma das vozes mais seguras da nova literatura portuguesa, convivem a libertária e a conservadora, avessa a expor a sua atribulada vida íntima, a mulher que desprezava a política partidária e que nela viveu, inclusive como deputada; o espírito frágil e o temperamento intempestivo; o polémico exercício de funcões diretivas em órgãos de imprensa e a defesa intransigente das causas maiores; e, em todas as páginas, as contradicões e coerências de uma pensadora capaz de criar para si própria uma narrativa que não a torturasse pelas escolhas que fez.