
O Direito Às Coisas Belas de Juan Evaristo Valls Boix
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: REIVINDICAR O DIREITO A UMA VIDA LIVRE E BELA O direito às coisas belas é um manifesto filosófico,político e cultural sobre a importância de reivindicar uma vida livre das exigências atuais do capitalismo, do trabalho e da obsessão pela produtividade, propondo uma existência capaz de tirar mais partido do descanso e do prazer pelas coisas belas. Com uma prosa luminosa e combativa, mas também muito poética, o autor defende um conjunto de direitos,como o direito à preguiça, à jubilação, à cidade ou à literatura; os direitos às coisas belas, não como concessões do sistema, mas como atos radicais de resistência à alienação capitalista.
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$4.79O Direito Às Coisas Belas de Juan Evaristo Valls Boix
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: REIVINDICAR O DIREITO A UMA VIDA LIVRE E BELA O direito às coisas belas é um manifesto filosófico,político e cultural sobre a importância de reivindicar uma vida livre das exigências atuais do capitalismo, do trabalho e da obsessão pela produtividade, propondo uma existência capaz de tirar mais partido do descanso e do prazer pelas coisas belas. Com uma prosa luminosa e combativa, mas também muito poética, o autor defende um conjunto de direitos,como o direito à preguiça, à jubilação, à cidade ou à literatura; os direitos às coisas belas, não como concessões do sistema, mas como atos radicais de resistência à alienação capitalista.
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Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 176
Sinopse: REIVINDICAR O DIREITO A UMA VIDA LIVRE E BELA O direito às coisas belas é um manifesto filosófico,político e cultural sobre a importância de reivindicar uma vida livre das exigências atuais do capitalismo, do trabalho e da obsessão pela produtividade, propondo uma existência capaz de tirar mais partido do descanso e do prazer pelas coisas belas. Com uma prosa luminosa e combativa, mas também muito poética, o autor defende um conjunto de direitos,como o direito à preguiça, à jubilação, à cidade ou à literatura; os direitos às coisas belas, não como concessões do sistema, mas como atos radicais de resistência à alienação capitalista.












