
O Meu Parto - as Minhas Regras de Mia Negrão
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Mar 2024Nº Páginas: 176
Sinopse:
OS DIREITOS NA GRAVIDEZ E NO PARTO SÃO DIREITOS HUMANOS! É um facto: Portugal é um dos países da Europa com maior taxa de partos instrumentados, de episiotomias e de cesarianas. Hoje em dia fala-se cada vez mais em violência obstétrica, mas, apesar da atenção crescente dada pela sociedade, sobressai uma dúvida: como salvar as grávidas de uma experiência de parto traumático se estas não têm informação para perceberem que estão a ser enganadas? A resposta está neste livro. Da autoria de Mia Negrão, advogada e fundadora do projecto Nascer com Direitos, este livro pretende levantar o véu aos maiores problemas relacionados com a obstetrícia actual e estimular o sentido crítico das pessoas, especialmente das grávidas, para que possam tomar decisões informadas para si, para os seus partos e para os seus bebés. A autonomia das grávidas ainda é, no nosso país, algo estranho aos olhos de instituições e de profi ssionais de saúde. Mas algo terá de mudar. O Meu Parto, As Minhas Regras é o primeiro passo para informar e encontrar uma solução para erradicar, de uma vez por todas, a violência obstétrica em Portugal. «Conhecer os direitos na gravidez e no parto é um assunto feminista e é uma forma de resistência ao patriarcado.»
$19.25
O Meu Parto - as Minhas Regras de Mia Negrão—
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O Meu Parto - as Minhas Regras de Mia Negrão
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Mar 2024Nº Páginas: 176
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OS DIREITOS NA GRAVIDEZ E NO PARTO SÃO DIREITOS HUMANOS! É um facto: Portugal é um dos países da Europa com maior taxa de partos instrumentados, de episiotomias e de cesarianas. Hoje em dia fala-se cada vez mais em violência obstétrica, mas, apesar da atenção crescente dada pela sociedade, sobressai uma dúvida: como salvar as grávidas de uma experiência de parto traumático se estas não têm informação para perceberem que estão a ser enganadas? A resposta está neste livro. Da autoria de Mia Negrão, advogada e fundadora do projecto Nascer com Direitos, este livro pretende levantar o véu aos maiores problemas relacionados com a obstetrícia actual e estimular o sentido crítico das pessoas, especialmente das grávidas, para que possam tomar decisões informadas para si, para os seus partos e para os seus bebés. A autonomia das grávidas ainda é, no nosso país, algo estranho aos olhos de instituições e de profi ssionais de saúde. Mas algo terá de mudar. O Meu Parto, As Minhas Regras é o primeiro passo para informar e encontrar uma solução para erradicar, de uma vez por todas, a violência obstétrica em Portugal. «Conhecer os direitos na gravidez e no parto é um assunto feminista e é uma forma de resistência ao patriarcado.»
Informações do produto
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Mar 2024Nº Páginas: 176
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OS DIREITOS NA GRAVIDEZ E NO PARTO SÃO DIREITOS HUMANOS! É um facto: Portugal é um dos países da Europa com maior taxa de partos instrumentados, de episiotomias e de cesarianas. Hoje em dia fala-se cada vez mais em violência obstétrica, mas, apesar da atenção crescente dada pela sociedade, sobressai uma dúvida: como salvar as grávidas de uma experiência de parto traumático se estas não têm informação para perceberem que estão a ser enganadas? A resposta está neste livro. Da autoria de Mia Negrão, advogada e fundadora do projecto Nascer com Direitos, este livro pretende levantar o véu aos maiores problemas relacionados com a obstetrícia actual e estimular o sentido crítico das pessoas, especialmente das grávidas, para que possam tomar decisões informadas para si, para os seus partos e para os seus bebés. A autonomia das grávidas ainda é, no nosso país, algo estranho aos olhos de instituições e de profi ssionais de saúde. Mas algo terá de mudar. O Meu Parto, As Minhas Regras é o primeiro passo para informar e encontrar uma solução para erradicar, de uma vez por todas, a violência obstétrica em Portugal. «Conhecer os direitos na gravidez e no parto é um assunto feminista e é uma forma de resistência ao patriarcado.»












