
O Novíssimo Testamento de Jorge Sousa Braga
Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
Nº Páginas: 56
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Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 56
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Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
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Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
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Edição: Mai 2012
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Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
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Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.












