O Oficial Prussiano (Livro de Bolso) de D. H. Lawrence
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O Oficial Prussiano (Livro de Bolso) de D. H. Lawrence

O Oficial Prussiano (Livro de Bolso) de D. H. Lawrence

Edição: Mai 2004
Nº Páginas: 64

Sinopse:
""O Oficial Prussiano", primeira novela curta escrita por D.H. Lawrence, apareceu ao público em 1914, na English Review de Ford Madox Hueffer, e pouco depois dava título a um volume de contos (contra a vontade do autor, que preferia Daughters of the Vicar). É obra de um jovem com 29 anos de idade; apesar disso autor já publicado de "O Pavão Branco" e "The Trespasser", e prestes a terminar esse "Filhos e Amantes" que viria a ser uma das suas obras capitais.[…] O oficial desta novela é emblematicamente prussiano e o ambiente militar significa, em Lawrence, terreno fértil para atrocidades de transposta e pervertida linguagem sexual; é lugar para um drama de sexo, mesmo que oblíquo, elegendo o servo que o não é, para além de uma imposta disciplina militar, e o senhor esgotado entre vocações de poder e um seu corolário de componente sexual; mesmo que se mostre tema por baixo do tema, a que só convêm insinuações. Duas personagens vão medir-se num jogo de aparências, distrair com elas a torrente que mais abaixo e mais fundo leva a cabo uma devastação sangrenta. O servo que o não é ignora o corpo do senhor, e sabe reduzi-lo a um vulto com dois olhos que o gelam através de uma chama azul; quando o massaja, mal consente em reparar “na assombrosa musculatura dos rins”. O senhor, não: a pretexto de uma oposição que o incomoda porque levantada entre a vitalidade do corpo do servo e a esgotada disciplina do seu corpo de senhor, admira-lhe a juventude, “como se fosse uma confortável chama no seu corpo maduro”, não pode ignorá-lo nem ao “jogo de músculos dos ombros juvenis e fortes, sob o tecido azul, e na envergadura do seu pescoço”, fica arrepiado “com a grande liberdade dos membros formosos” e “louco de raiva” quando sabe que ele arranjou uma namorada. Uns dias de licença só lhe dão “um arremedo de prazer”, e com a mulher que levou por companhia “pura e simplesmente nada quis”." Aníbal Fernandes, na Apresentação.
$7.19
O Oficial Prussiano (Livro de Bolso) de D. H. Lawrence
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O Oficial Prussiano (Livro de Bolso) de D. H. Lawrence

Edição: Mai 2004
Nº Páginas: 64

Sinopse:
""O Oficial Prussiano", primeira novela curta escrita por D.H. Lawrence, apareceu ao público em 1914, na English Review de Ford Madox Hueffer, e pouco depois dava título a um volume de contos (contra a vontade do autor, que preferia Daughters of the Vicar). É obra de um jovem com 29 anos de idade; apesar disso autor já publicado de "O Pavão Branco" e "The Trespasser", e prestes a terminar esse "Filhos e Amantes" que viria a ser uma das suas obras capitais.[…] O oficial desta novela é emblematicamente prussiano e o ambiente militar significa, em Lawrence, terreno fértil para atrocidades de transposta e pervertida linguagem sexual; é lugar para um drama de sexo, mesmo que oblíquo, elegendo o servo que o não é, para além de uma imposta disciplina militar, e o senhor esgotado entre vocações de poder e um seu corolário de componente sexual; mesmo que se mostre tema por baixo do tema, a que só convêm insinuações. Duas personagens vão medir-se num jogo de aparências, distrair com elas a torrente que mais abaixo e mais fundo leva a cabo uma devastação sangrenta. O servo que o não é ignora o corpo do senhor, e sabe reduzi-lo a um vulto com dois olhos que o gelam através de uma chama azul; quando o massaja, mal consente em reparar “na assombrosa musculatura dos rins”. O senhor, não: a pretexto de uma oposição que o incomoda porque levantada entre a vitalidade do corpo do servo e a esgotada disciplina do seu corpo de senhor, admira-lhe a juventude, “como se fosse uma confortável chama no seu corpo maduro”, não pode ignorá-lo nem ao “jogo de músculos dos ombros juvenis e fortes, sob o tecido azul, e na envergadura do seu pescoço”, fica arrepiado “com a grande liberdade dos membros formosos” e “louco de raiva” quando sabe que ele arranjou uma namorada. Uns dias de licença só lhe dão “um arremedo de prazer”, e com a mulher que levou por companhia “pura e simplesmente nada quis”." Aníbal Fernandes, na Apresentação.

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Edição: Mai 2004
Nº Páginas: 64

Sinopse:
""O Oficial Prussiano", primeira novela curta escrita por D.H. Lawrence, apareceu ao público em 1914, na English Review de Ford Madox Hueffer, e pouco depois dava título a um volume de contos (contra a vontade do autor, que preferia Daughters of the Vicar). É obra de um jovem com 29 anos de idade; apesar disso autor já publicado de "O Pavão Branco" e "The Trespasser", e prestes a terminar esse "Filhos e Amantes" que viria a ser uma das suas obras capitais.[…] O oficial desta novela é emblematicamente prussiano e o ambiente militar significa, em Lawrence, terreno fértil para atrocidades de transposta e pervertida linguagem sexual; é lugar para um drama de sexo, mesmo que oblíquo, elegendo o servo que o não é, para além de uma imposta disciplina militar, e o senhor esgotado entre vocações de poder e um seu corolário de componente sexual; mesmo que se mostre tema por baixo do tema, a que só convêm insinuações. Duas personagens vão medir-se num jogo de aparências, distrair com elas a torrente que mais abaixo e mais fundo leva a cabo uma devastação sangrenta. O servo que o não é ignora o corpo do senhor, e sabe reduzi-lo a um vulto com dois olhos que o gelam através de uma chama azul; quando o massaja, mal consente em reparar “na assombrosa musculatura dos rins”. O senhor, não: a pretexto de uma oposição que o incomoda porque levantada entre a vitalidade do corpo do servo e a esgotada disciplina do seu corpo de senhor, admira-lhe a juventude, “como se fosse uma confortável chama no seu corpo maduro”, não pode ignorá-lo nem ao “jogo de músculos dos ombros juvenis e fortes, sob o tecido azul, e na envergadura do seu pescoço”, fica arrepiado “com a grande liberdade dos membros formosos” e “louco de raiva” quando sabe que ele arranjou uma namorada. Uns dias de licença só lhe dão “um arremedo de prazer”, e com a mulher que levou por companhia “pura e simplesmente nada quis”." Aníbal Fernandes, na Apresentação.