O Pai Natal Não Vive no Pólo Norte de Afonso Cruz
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O Pai Natal Não Vive no Pólo Norte de Afonso Cruz

O Pai Natal Não Vive no Pólo Norte de Afonso Cruz

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 40

Sinopse:
Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante. Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações. Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo. «Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.»
$14.55
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 40

Sinopse:
Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante. Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações. Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo. «Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.»

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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 40

Sinopse:
Mais uma vez, Afonso Cruz escreve para provocar os leitores e levá-los a pensar criticamente no que os rodeia. Com ironia - subtil, mas crua - apresenta uma obra em que texto e ilustrações estão em contradição, dizem coisas diferentes, e isso torna a mensagem ainda mais forte, porque é desconcertante. Com um Pai Natal - personagem criada pela publicidade para esta quadra - como figura central, esta é uma história para leitores de várias gerações. Se é verdade que o Natal é uma quadra em que as boas intenções e o espírito de solidariedade e generosidade são veiculados, também é verdade que a profundidade do sentido primordial do Natal tem vindo a dar lugar a uma superficialidade e consumismo que transforma a compra de presentes na adulteração do que deve ser a manifestação de amor ao próximo. «Uma das muitas coisas que me atraem nos livros de Afonso Cruz é a forma que têm de urdir sombra e luz, levando-nos pela mão pelo que na experiência humana há de inconciliável, intratável ou penoso, sem nos deixar perder de vista a beleza, a poesia e o espanto.»