
O Primo Bazilio de Eça de Queiroz
Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
Nº Páginas: 496
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Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
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O Primo Bazilio de Eça de Queiroz—
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O Primo Bazilio de Eça de Queiroz
Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
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Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 496
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Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
Nº Páginas: 496
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Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"












