
O Que Está Para Vir. Uma Memória De Julião Sarmento de Helena Vasconcelos
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Julião Sarmento, artista plástico de renome internacional, morreu em 2021. Helena Vasconcelos, escritora, crítica literária e dinamizadora de comunidades de leitura, foi a sua companheira durante mais de uma década, nos anos em que a obra de Sarmento conquistava espaço e celebridade em Portugal, e dava os primeiros passos além-fronteiras. Esse foi também o período em que o nosso país se libertava dos espartilhos da ditadura a todos os níveis. Com a liberalização dos costumes, do pensamento e do gosto, este período entre 1974 e o fim dos anos 1980 foi particularmente prolífico nas artes, na cultura urbana e boémia. Além de uma história de amor e de comunhão de interesses, O Que Está Para Vir é um relato muito pessoal de uma época que ficou para a história como A Idade da Prata, o título do álbum fotográfico de Mário Cabrita Gil um tempo de mudança, descoberta e exploração: as pessoas, a sexualidade, os locais noturnos, a moda, as exposições, a música, em suma, a vida a organizar-se em torno de comunidades alternativas à estrutura familiar burguesa. Este é um relato sobre essa época.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Julião Sarmento, artista plástico de renome internacional, morreu em 2021. Helena Vasconcelos, escritora, crítica literária e dinamizadora de comunidades de leitura, foi a sua companheira durante mais de uma década, nos anos em que a obra de Sarmento conquistava espaço e celebridade em Portugal, e dava os primeiros passos além-fronteiras. Esse foi também o período em que o nosso país se libertava dos espartilhos da ditadura a todos os níveis. Com a liberalização dos costumes, do pensamento e do gosto, este período entre 1974 e o fim dos anos 1980 foi particularmente prolífico nas artes, na cultura urbana e boémia. Além de uma história de amor e de comunhão de interesses, O Que Está Para Vir é um relato muito pessoal de uma época que ficou para a história como A Idade da Prata, o título do álbum fotográfico de Mário Cabrita Gil um tempo de mudança, descoberta e exploração: as pessoas, a sexualidade, os locais noturnos, a moda, as exposições, a música, em suma, a vida a organizar-se em torno de comunidades alternativas à estrutura familiar burguesa. Este é um relato sobre essa época.
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 240
Sinopse: Julião Sarmento, artista plástico de renome internacional, morreu em 2021. Helena Vasconcelos, escritora, crítica literária e dinamizadora de comunidades de leitura, foi a sua companheira durante mais de uma década, nos anos em que a obra de Sarmento conquistava espaço e celebridade em Portugal, e dava os primeiros passos além-fronteiras. Esse foi também o período em que o nosso país se libertava dos espartilhos da ditadura a todos os níveis. Com a liberalização dos costumes, do pensamento e do gosto, este período entre 1974 e o fim dos anos 1980 foi particularmente prolífico nas artes, na cultura urbana e boémia. Além de uma história de amor e de comunhão de interesses, O Que Está Para Vir é um relato muito pessoal de uma época que ficou para a história como A Idade da Prata, o título do álbum fotográfico de Mário Cabrita Gil um tempo de mudança, descoberta e exploração: as pessoas, a sexualidade, os locais noturnos, a moda, as exposições, a música, em suma, a vida a organizar-se em torno de comunidades alternativas à estrutura familiar burguesa. Este é um relato sobre essa época.












