
O Quotidiano a Secar em Verso de Eugénia de Vasconcellos
Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
$13.57
O Quotidiano a Secar em Verso de Eugénia de Vasconcellos—
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O Quotidiano a Secar em Verso de Eugénia de Vasconcellos
Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
Informações do produto
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Envio & Devoluções
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Eugénia de Vasconcellos é uma autora com uma qualidade rara na poesia portuguesa. A sua poesia é discursiva e envolve-se sem reservas ou receio com a realidade e com o quotidiano. Intensa e irónica, por vezes mordaz, não deixa de ser uma poesia de um lirismo límpido, a roçar o religioso.












