
Os Mortos Têm a Palavra de Dr. Philippe Boxho
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho
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Original: $18.21
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho
Nº Páginas: 224
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Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 224
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Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho
Nº Páginas: 224
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Acompanhe o dia a dia de um médico-legista, participando numa surpreendente visita às salas de autópsias, às cenas do crime e a outros lugares insólitos e fascinantes. O que nos contariam os mortos se falassem? (Almas sensíveis, abstenham-se de ler!) Neste livro, o Dr. Philippe Boxho, médico-legista há mais de 30 anos, partilha histórias do seu trabalho quotidiano enquanto médico e investigador forense, permitindo-nos descobrir o mundo fascinante e pouco conhecido da sua profissão. Numa narrativa que combina autobiografia, divulgação científica e true crime, somos conduzidos diretamente aos locais dos crimes e às salas de autópsias para acompanhar a investigação de cadáveres (que nem sempre o são, ou que ainda não o são), desaparecimentos de corpos, dissimulações de homicídios, suicídios espantosos, entre outros casos insólitos e, por vezes, verdadeiramente anedóticos. Num tom envolvente e com um humor negro magistral, o Dr. Philippe Boxho debruça-se sobre o homem que pensava que ia morrer com um só disparo e que teve de o repetir 14 vezes, sobre o assassino que nunca devia ter bebido álcool ou ainda sobre aquela mulher que depois de morrer teve o mau gosto de transpirar. As histórias reunidas neste livro são todas verdadeiras, nada é inventado. Aliás, nem sequer seria necessário, já que, quando se trata de morrer, de matar, de se suicidar ou de fazer desaparecer um corpo, a realidade é suficiente, desde que se dê asas à imaginação. «Aquilo de que eu gosto é de procurar vestígios e pistas, todos os elementos que nos permitem dar uma última palavra aos mortos e ouvir o que eles têm para dizer.» Dr. Philippe Boxho












