
Pais, Menos é Mais de Pedro Strecht
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios
$18.47
Pais, Menos é Mais de Pedro Strecht—
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Pais, Menos é Mais de Pedro Strecht
Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios
Nº Páginas: 224
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Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios
Informações do produto
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Envio & Devoluções
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Edição: Jun 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Menos desejo de ter, mais vontade de ser. Menos validação externa e mais autoestima. Menos tecnologia e mais humanismo. Menos informação e mais conhecimento. Menos individualismo e competição e mais solidariedade e partilha. Menos pornografia e encontros esporádicos e mais relação e amor. Menos espaço público e mais privacidade. Menos ansiedade e mais tranquilidade. Menos ruído e mais silêncio. Menos contactos à distância e mais presença. Perante um mundo de excessos e individualismo, comparável a uma competição feroz para termos sempre mais e mais de tudo, Pedro Strecht faz uma reflexão sobre os valores e atitudes que nos permitem ter de facto uma vida em família mais serena, equilibrada e feliz. Nesta obra, o reconhecido pedopsiquiatra convida-nos a redefinir prioridades no modo como nos relacionamos com os nossos filhos, mostrando-nos como direcionar o nosso foco do material e supérfluo para aquilo que é essencial e invisível aos olhos dos outros. Mais do que projetar para o exterior uma imagem idealizada de felicidade, há que olhar para dentro e aceitar as vulnerabilidades individuais e relacionais para fomentar uma ligação mais forte entre pais e filhos, com mais espaço para o diálogo e escuta. Numa época cada vez mais acelerada, individualista e vivida com baixa autocrítica, torna-se urgente reinventar a forma como nos vemos a nós próprios












