Pais Suficientemente Bons de Pedro Strecht
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Pais Suficientemente Bons de Pedro Strecht

Pais Suficientemente Bons de Pedro Strecht

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Fev 2024

Nº Páginas: 184

Sinopse: ser feliz não implica ser perfeito. neste novo livro, pedro strecht, médico de psiquiatria da infância e adolescência, debruca-se sobre a ânsia de perfeicão dos pais de hoje e a pressão que exercem sobre os filhos para estes atingirem a excelência a todos os níveis. ao querermos ser pais perfeitos, projetamos esse desejo nos nossos filhos e acabamos por exigir deles não apenas o melhor, mas o topo dos topos: há que exibir aos outros a imagem de uma vida perfeita e irrepreensível. no entanto, esquecemo-nos de que simplesmente não é possível ¿ e nem sequer desejável ¿ estarmos constantemente no topo, o que abre o caminho à sensacão de culpa e de fracasso. o resultado é uma tensão insustentável e permanente pautada pela inseguranca que nos desgasta a nós e aos nossos filhos. como tal, aquilo que deveria ser uma experiência mágica ¿ a relacão entre pais e filhos ¿ transforma-se numa mera troca de exigências, em que nem mesmo o melhor parece chegar. assim, longe de adultos e criancas que «têm tudo para serem felizes», temos uma sociedade à beira do burnout e cada vez mais ansiosa e/ou deprimida, consequência de uma vida que se deseja sempre perfeita, de desempenho inabalável e continuado, em que se tornam raras as experiências emocionais realmente importantes e que o bem-estar económico não revela nem compra. tomando como ponto de partida o conceito de «suficientemente bom» do pedopsiquiatra britânico donald winnicott, pedro strecht reflete naquilo em que consiste verdadeiramente a felicidade dos nossos filhos. é, pois, urgente alterarmos as nossas prioridades e retirarmos o foco do que reside somente no plano material, dando primazia à qualidade da educacão, ao tempo em família, à alegria na relacão e na vida social e ainda a valores como a honestidade, a solidariedade, a compaixão para com o outro, sobretudo se mais frágil e desprotegido. e tudo isso não têm por que implicar sermos pais perfeitos ¿ podemos «apenas» ser pais suficientemente bons.

$5.20

Original: $17.32

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Sinopse: ser feliz não implica ser perfeito. neste novo livro, pedro strecht, médico de psiquiatria da infância e adolescência, debruca-se sobre a ânsia de perfeicão dos pais de hoje e a pressão que exercem sobre os filhos para estes atingirem a excelência a todos os níveis. ao querermos ser pais perfeitos, projetamos esse desejo nos nossos filhos e acabamos por exigir deles não apenas o melhor, mas o topo dos topos: há que exibir aos outros a imagem de uma vida perfeita e irrepreensível. no entanto, esquecemo-nos de que simplesmente não é possível ¿ e nem sequer desejável ¿ estarmos constantemente no topo, o que abre o caminho à sensacão de culpa e de fracasso. o resultado é uma tensão insustentável e permanente pautada pela inseguranca que nos desgasta a nós e aos nossos filhos. como tal, aquilo que deveria ser uma experiência mágica ¿ a relacão entre pais e filhos ¿ transforma-se numa mera troca de exigências, em que nem mesmo o melhor parece chegar. assim, longe de adultos e criancas que «têm tudo para serem felizes», temos uma sociedade à beira do burnout e cada vez mais ansiosa e/ou deprimida, consequência de uma vida que se deseja sempre perfeita, de desempenho inabalável e continuado, em que se tornam raras as experiências emocionais realmente importantes e que o bem-estar económico não revela nem compra. tomando como ponto de partida o conceito de «suficientemente bom» do pedopsiquiatra britânico donald winnicott, pedro strecht reflete naquilo em que consiste verdadeiramente a felicidade dos nossos filhos. é, pois, urgente alterarmos as nossas prioridades e retirarmos o foco do que reside somente no plano material, dando primazia à qualidade da educacão, ao tempo em família, à alegria na relacão e na vida social e ainda a valores como a honestidade, a solidariedade, a compaixão para com o outro, sobretudo se mais frágil e desprotegido. e tudo isso não têm por que implicar sermos pais perfeitos ¿ podemos «apenas» ser pais suficientemente bons.

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Edição: Fev 2024

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Sinopse: ser feliz não implica ser perfeito. neste novo livro, pedro strecht, médico de psiquiatria da infância e adolescência, debruca-se sobre a ânsia de perfeicão dos pais de hoje e a pressão que exercem sobre os filhos para estes atingirem a excelência a todos os níveis. ao querermos ser pais perfeitos, projetamos esse desejo nos nossos filhos e acabamos por exigir deles não apenas o melhor, mas o topo dos topos: há que exibir aos outros a imagem de uma vida perfeita e irrepreensível. no entanto, esquecemo-nos de que simplesmente não é possível ¿ e nem sequer desejável ¿ estarmos constantemente no topo, o que abre o caminho à sensacão de culpa e de fracasso. o resultado é uma tensão insustentável e permanente pautada pela inseguranca que nos desgasta a nós e aos nossos filhos. como tal, aquilo que deveria ser uma experiência mágica ¿ a relacão entre pais e filhos ¿ transforma-se numa mera troca de exigências, em que nem mesmo o melhor parece chegar. assim, longe de adultos e criancas que «têm tudo para serem felizes», temos uma sociedade à beira do burnout e cada vez mais ansiosa e/ou deprimida, consequência de uma vida que se deseja sempre perfeita, de desempenho inabalável e continuado, em que se tornam raras as experiências emocionais realmente importantes e que o bem-estar económico não revela nem compra. tomando como ponto de partida o conceito de «suficientemente bom» do pedopsiquiatra britânico donald winnicott, pedro strecht reflete naquilo em que consiste verdadeiramente a felicidade dos nossos filhos. é, pois, urgente alterarmos as nossas prioridades e retirarmos o foco do que reside somente no plano material, dando primazia à qualidade da educacão, ao tempo em família, à alegria na relacão e na vida social e ainda a valores como a honestidade, a solidariedade, a compaixão para com o outro, sobretudo se mais frágil e desprotegido. e tudo isso não têm por que implicar sermos pais perfeitos ¿ podemos «apenas» ser pais suficientemente bons.