
Quem Matou O Meu Pai de Édouard Louis
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Set 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse: Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta. Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.
Quem Matou O Meu Pai de Édouard Louis
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Set 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse: Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta. Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Set 2025
Nº Páginas: 88
Sinopse: Com voz apaixonada e urgente, Édouard Louis narra o retorno à sua cidade natal, um local feio e cinzento numa das regiões mais pobres de França, e à casa paterna. É o regresso a uma infância assombrada pela violência, a homofobia e a vergonha, mas também a tentativa de uma reconciliação com esse passado doloroso, materializado numa figura paterna dominadora, agora fisicamente diminuída, frágil e exposta. Relato comovente do reencontro possível entre pai e filho, evocativo de Carta ao Pai de Franz Kafka, Quem Matou o Meu Pai representa o gesto que procura o perdão e ainda o grito de denúncia de um fosso social que devora a França há décadas, com o dedo apontado ao poder político, a essa casta privilegiada, verdadeira responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais desfavorecidas.












