S.O.S. Angola - os Dias da Ponte Aérea de Rita Garcia
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S.O.S. Angola - os Dias da Ponte Aérea de Rita Garcia

S.O.S. Angola - os Dias da Ponte Aérea de Rita Garcia

Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256

Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.
$16.59
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S.O.S. Angola - os Dias da Ponte Aérea de Rita Garcia

Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256

Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.

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Edição: Jul 2024
Nº Páginas: 256

Sinopse:
Uma ponte aérea constituída por 905 voos de companhias nacionais e estrangeiras fez desembarcar em Lisboa, na segunda metade de 1975, milhares de famílias de refugiados de Angola, incapazes de suportar a perseguição, a instabilidade e o conflito entre as facções que disputavam o poder nas vésperas da independência. Perante a ocupação das suas casas, a apropriação dos seus bens, as ameaças físicas e os confrontos diários em todo o território, só lhes restava uma saída: esquecer toda uma vida e fugir. Eram portugueses, mas muitos nunca haviam estado em Portugal, onde o povo pouco ou nada sabia sobre as tragédias e os perigos que tinham vivido em África. E para o Governo, a braços com as réplicas do 25 de Abril, os retornados não eram uma prioridade.