
Se Nietzsche Fosse Um Narval de Justin Gregg
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela. À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição. Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo. Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade. O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior» e revela uma verdade muito mais estranha e muito mais fascinante do que imaginamos.
Se Nietzsche Fosse Um Narval de Justin Gregg
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela. À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição. Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo. Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade. O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior» e revela uma verdade muito mais estranha e muito mais fascinante do que imaginamos.
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Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 264
Sinopse: Divertido e inesperado, Se Nietzsche Fosse um Narval revela como a inteligência humana pode ser mais uma ameaça do que uma dádiva e como o reino animal vive perfeitamente bem sem ela. À primeira vista, a história humana parece celebrar a nossa genialidade: inventámos a escrita, criámos arte e ciência, erguemos cidades e atravessámos oceanos e o espaço. Mas esta «excecionalidade» tem um lado sombrio angústia existencial, violência, discriminação e um planeta à beira do colapso. Aquilo que encaramos como uma bênção pode, afinal, revelar-se uma maldição. Justin Gregg argumenta que há uma razão evolutiva para a inteligência humana ser tão rara: os outros animais simplesmente não precisam dela para prosperar e fazem-no sem se destruir a si próprios nem ao mundo. Comparando linguagem, racionalidade, moral e consciência humanas com as dos nossos parentes animais, Gregg desmonta muitas das ideias que temos sobre a nossa suposta superioridade. O resultado é surpreendente e transformador. Destinado a tornar-se um clássico, Se Nietzsche Fosse um Narval questiona o mito da «espécie superior» e revela uma verdade muito mais estranha e muito mais fascinante do que imaginamos.












