Seis Malas de Maxim Biller
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Seis Malas de Maxim Biller

Seis Malas de Maxim Biller

Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 176

Sinopse:
Todas as famílias têm segredos que passam de geração em geração e chegam a ser casos de vida ou de morte. No presente romance, Maxim Biller escreve sobre um desses enigmas, cujas repercussões negativas continuam a afetar até hoje a sua família. Quando o patriarca é denunciado por tráfico de divisas (que, ao que se sabe, escondia numa mala) e executado na União Soviética em 1960, todos os membros da família passam a ser suspeitos de traição, a lealdade entre eles é posta à prova e um bom número de segredos obscuros acabam por ser desvendados. Mas, afinal, quem traiu Shmil Grigorevitch? Terá sido algum dos seus encantadores e talentosos filhos - Dima, por exemplo, que tentou fugir de Praga para Berlim Ocidental? Terá sido a sua nora, ambiciosa e triste? Ou foi ele próprio que se deixou apanhar pelo KGB, que depois o condenaria à morte? Contada por um neto de Shmil, este romance - que alterna entre Praga, Zurique, Moscovo e Hamburgo - narra as perspetivas de seis membros desta família de judeus russos sobre o verdadeiro culpado, e entrelaça a diáspora judaica, o antissemitismo comunista e até o cinema checo do pós-guerra com os mitos soviéticos, deixando aos leitores uma questão existencial: como se comportariam se tivessem de salvar a própria vida - como heróis ou traidores?
$16.18
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 176

Sinopse:
Todas as famílias têm segredos que passam de geração em geração e chegam a ser casos de vida ou de morte. No presente romance, Maxim Biller escreve sobre um desses enigmas, cujas repercussões negativas continuam a afetar até hoje a sua família. Quando o patriarca é denunciado por tráfico de divisas (que, ao que se sabe, escondia numa mala) e executado na União Soviética em 1960, todos os membros da família passam a ser suspeitos de traição, a lealdade entre eles é posta à prova e um bom número de segredos obscuros acabam por ser desvendados. Mas, afinal, quem traiu Shmil Grigorevitch? Terá sido algum dos seus encantadores e talentosos filhos - Dima, por exemplo, que tentou fugir de Praga para Berlim Ocidental? Terá sido a sua nora, ambiciosa e triste? Ou foi ele próprio que se deixou apanhar pelo KGB, que depois o condenaria à morte? Contada por um neto de Shmil, este romance - que alterna entre Praga, Zurique, Moscovo e Hamburgo - narra as perspetivas de seis membros desta família de judeus russos sobre o verdadeiro culpado, e entrelaça a diáspora judaica, o antissemitismo comunista e até o cinema checo do pós-guerra com os mitos soviéticos, deixando aos leitores uma questão existencial: como se comportariam se tivessem de salvar a própria vida - como heróis ou traidores?

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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.

Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 176

Sinopse:
Todas as famílias têm segredos que passam de geração em geração e chegam a ser casos de vida ou de morte. No presente romance, Maxim Biller escreve sobre um desses enigmas, cujas repercussões negativas continuam a afetar até hoje a sua família. Quando o patriarca é denunciado por tráfico de divisas (que, ao que se sabe, escondia numa mala) e executado na União Soviética em 1960, todos os membros da família passam a ser suspeitos de traição, a lealdade entre eles é posta à prova e um bom número de segredos obscuros acabam por ser desvendados. Mas, afinal, quem traiu Shmil Grigorevitch? Terá sido algum dos seus encantadores e talentosos filhos - Dima, por exemplo, que tentou fugir de Praga para Berlim Ocidental? Terá sido a sua nora, ambiciosa e triste? Ou foi ele próprio que se deixou apanhar pelo KGB, que depois o condenaria à morte? Contada por um neto de Shmil, este romance - que alterna entre Praga, Zurique, Moscovo e Hamburgo - narra as perspetivas de seis membros desta família de judeus russos sobre o verdadeiro culpado, e entrelaça a diáspora judaica, o antissemitismo comunista e até o cinema checo do pós-guerra com os mitos soviéticos, deixando aos leitores uma questão existencial: como se comportariam se tivessem de salvar a própria vida - como heróis ou traidores?