
Sensibilidade e Bom Senso de Jane Austen
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.
Nº Páginas: 328
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Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.
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Original: $18.68
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.
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Sinopse:
Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.
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Edição: Mar 2025
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Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.
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Por uma Senhora. Foi com esta singela - e, porém, tão significativa - definição de autoria que, em 1811, Jane Austen publicou, a suas expensas e em três volumes, o primeiro romance, Sensibilidade e Bom Senso. Aquela que viria a tornar-se uma das autoras mais lidas de todos os tempos morava, então, em Chawton, Hampshire, e estava já longe de ser uma novata na escrita, pois encontrara a vontade e a imaginação para as letras ainda jovem, antes de ter comemorado o vigésimo aniversário. No primeiro livro que publicou, encontramos duas irmãs, Elinor e Marianne, filhas da pequena burguesia inglesa do século XVIII, arrebatadas pelo amor, e por ele feridas. Comandada pela razão, Elinor procura esconder as suas emoções e fazer prevalecer o bom senso. Sob o ímpeto da paixão, Marianne mostra-se ao mundo sem reservas, escolhendo como bússola a sensibilidade. Contudo, ambas sabem que o seu lugar de mulheres, naquele mundo, está subjugado à vontade dos homens, do socialmente correto, do vil metal - e não do que mandam as suas cabeças ou os seus corações. E, enquanto os dias passam e a vida se mostra pouco gentil, algo parece definir-se no horizonte: será o equilíbrio entre a sensibilidade e o bom senso o lugar da felicidade inaugural? Ironia fina, fôlego romântico, personagens inesquecíveis e diálogos intemporais: eis, em poucas palavras, o que a injusta economia de uma frase nos permite escrever sobre a inigualável Jane Austen. Recomenda-se, pois, rigorosamente nenhuma moderação na leitura deste romance.












