
Tempo De Natal de Hermann Hesse
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: Acordo do embalo de contos já olvidados, Penso então nos meus dias de pequenino, Os sinos dobram e, em sapatos prateados, Avança pela noite alva o Jesus Menino. Para o poeta Hermann Hesse, o Natal está sobretudo associado às memórias da infância. Mas, à medida que foi envelhecendo, Hesse começou, progressivamente, a distanciar-se do sentimentalismo comercial e pagão que passou a dominar a «festa do amor». As reflexões e os poemas sobre esta celebração reunidos neste pequeno livro, na sua maioria organizados pela ordem cronológica do seu surgimento, traduzem uma dicotomia de reverência e distanciamento trocista sobre esta «festa sempre maravilhosa, apesar de toda a vertigem». Ilustrado com aguarelas do autor.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: Acordo do embalo de contos já olvidados, Penso então nos meus dias de pequenino, Os sinos dobram e, em sapatos prateados, Avança pela noite alva o Jesus Menino. Para o poeta Hermann Hesse, o Natal está sobretudo associado às memórias da infância. Mas, à medida que foi envelhecendo, Hesse começou, progressivamente, a distanciar-se do sentimentalismo comercial e pagão que passou a dominar a «festa do amor». As reflexões e os poemas sobre esta celebração reunidos neste pequeno livro, na sua maioria organizados pela ordem cronológica do seu surgimento, traduzem uma dicotomia de reverência e distanciamento trocista sobre esta «festa sempre maravilhosa, apesar de toda a vertigem». Ilustrado com aguarelas do autor.
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Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 96
Sinopse: Acordo do embalo de contos já olvidados, Penso então nos meus dias de pequenino, Os sinos dobram e, em sapatos prateados, Avança pela noite alva o Jesus Menino. Para o poeta Hermann Hesse, o Natal está sobretudo associado às memórias da infância. Mas, à medida que foi envelhecendo, Hesse começou, progressivamente, a distanciar-se do sentimentalismo comercial e pagão que passou a dominar a «festa do amor». As reflexões e os poemas sobre esta celebração reunidos neste pequeno livro, na sua maioria organizados pela ordem cronológica do seu surgimento, traduzem uma dicotomia de reverência e distanciamento trocista sobre esta «festa sempre maravilhosa, apesar de toda a vertigem». Ilustrado com aguarelas do autor.












