
Um Espião Perfeito de John le Carré
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Março 2024Sinopse:
"Um homem com duas mulheres perde a alma. Mas um homem com duas casas perde a razão." Fundamentalmente, é a esta quase impercetível perda que toda a história de Um Espião Perfeito se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para certos assuntos inconfessáveis", controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental. "Magnus Pym", explicou um dia John le Carré, "é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós." e é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão do livro que le Carré assumiu sempre ter querido escrever, e que foi unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das suas obras. Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um romance superior e tornou-se um sucesso internacional. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como uma "obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo". E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: "Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais." CRÍTICAS O melhor romance inglês do pós-guer
Um Espião Perfeito de John le Carré
Nota: Este artigo tem um prazo superior ao habitual.
Edição: Março 2024Sinopse:
"Um homem com duas mulheres perde a alma. Mas um homem com duas casas perde a razão." Fundamentalmente, é a esta quase impercetível perda que toda a história de Um Espião Perfeito se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para certos assuntos inconfessáveis", controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental. "Magnus Pym", explicou um dia John le Carré, "é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós." e é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão do livro que le Carré assumiu sempre ter querido escrever, e que foi unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das suas obras. Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um romance superior e tornou-se um sucesso internacional. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como uma "obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo". E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: "Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais." CRÍTICAS O melhor romance inglês do pós-guer
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"Um homem com duas mulheres perde a alma. Mas um homem com duas casas perde a razão." Fundamentalmente, é a esta quase impercetível perda que toda a história de Um Espião Perfeito se refere: ao destino de um homem que, na qualidade de conselheiro da embaixada britânica em Viena para certos assuntos inconfessáveis", controlou o conjunto das redes inglesas na Europa de Leste, apesar de ter sido durante toda a sua carreira um agente duplo partilhado entre o universo comunista e o establishment ocidental. "Magnus Pym", explicou um dia John le Carré, "é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós." e é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão do livro que le Carré assumiu sempre ter querido escrever, e que foi unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das suas obras. Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um romance superior e tornou-se um sucesso internacional. Na primeira página do The New York Times Book Review, o crítico Frank Conroy descreveu-o como uma "obra notável, que consegue um equilíbrio rigoroso entre o desenvolvimento da narrativa e a riqueza inteligente e hábil do seu estilo". E a Académie Goncourt, de Paris, não hesitou mesmo em declarar: "Um Espião Perfeito integrou le Carré no pequeno grupo dos grandes romancistas ocidentais." CRÍTICAS O melhor romance inglês do pós-guer












