Uma Breve História Do Fim Do Mundo de Tom Phillips
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Uma Breve História Do Fim Do Mundo de Tom Phillips

Uma Breve História Do Fim Do Mundo de Tom Phillips

Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 360

Sinopse: Tem a impressão de que estamos a um passo do fim do mundo? E que cada tragédia que acontece traz consigo a promessa de outra desgraça ainda maior? Eis um pequeno consolo: não é o primeiro a senti-lo. Ao longo da história, a humanidade viveu convencida de que o fim do mundo estava sempre ao virar da esquina. Este livro fala sobre o fim do mundo e em como, ao longo da história, civilizações que pareciam inabaláveis chegaram ao fim. Roma, os Maias, o povo da Ilha da Páscoa, e tantas outras sociedades, revelaram que até os impérios mais poderosos são frágeis diante da passagem do tempo. O colapso raramente surge de forma repentina; resulta antes de um acumular de fatores: esgotamento de recursos, alterações climáticas, desigualdade social, corrupção política, guerras internas e até avanços tecnológicos que, prometendo progresso, acabam por trazer novos perigos. No centro destes desastres repete-se o mesmo erro humano: a arrogância de acreditar que «connosco será diferente». O passado recorda-nos que o fim nunca é inevitável. Se formos capazes de aprender com os erros de ontem, ainda poderemos construir um futuro comum e evitar que a nossa civilização seja apenas mais um capítulo numa longa lista de colapsos. UMA REFLEXÃO ENVOLVENTE, ERUDITA E INQUIETANTEMENTE ATUAL SOBRE O FASCÍNIO ETERNO QUE SENTIMOS PELO FIM DO MUNDO, E SOBRE O QUE ISSO DIZ DE NÓS.

$22.96
Uma Breve História Do Fim Do Mundo de Tom Phillips
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Uma Breve História Do Fim Do Mundo de Tom Phillips

Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 360

Sinopse: Tem a impressão de que estamos a um passo do fim do mundo? E que cada tragédia que acontece traz consigo a promessa de outra desgraça ainda maior? Eis um pequeno consolo: não é o primeiro a senti-lo. Ao longo da história, a humanidade viveu convencida de que o fim do mundo estava sempre ao virar da esquina. Este livro fala sobre o fim do mundo e em como, ao longo da história, civilizações que pareciam inabaláveis chegaram ao fim. Roma, os Maias, o povo da Ilha da Páscoa, e tantas outras sociedades, revelaram que até os impérios mais poderosos são frágeis diante da passagem do tempo. O colapso raramente surge de forma repentina; resulta antes de um acumular de fatores: esgotamento de recursos, alterações climáticas, desigualdade social, corrupção política, guerras internas e até avanços tecnológicos que, prometendo progresso, acabam por trazer novos perigos. No centro destes desastres repete-se o mesmo erro humano: a arrogância de acreditar que «connosco será diferente». O passado recorda-nos que o fim nunca é inevitável. Se formos capazes de aprender com os erros de ontem, ainda poderemos construir um futuro comum e evitar que a nossa civilização seja apenas mais um capítulo numa longa lista de colapsos. UMA REFLEXÃO ENVOLVENTE, ERUDITA E INQUIETANTEMENTE ATUAL SOBRE O FASCÍNIO ETERNO QUE SENTIMOS PELO FIM DO MUNDO, E SOBRE O QUE ISSO DIZ DE NÓS.

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Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 360

Sinopse: Tem a impressão de que estamos a um passo do fim do mundo? E que cada tragédia que acontece traz consigo a promessa de outra desgraça ainda maior? Eis um pequeno consolo: não é o primeiro a senti-lo. Ao longo da história, a humanidade viveu convencida de que o fim do mundo estava sempre ao virar da esquina. Este livro fala sobre o fim do mundo e em como, ao longo da história, civilizações que pareciam inabaláveis chegaram ao fim. Roma, os Maias, o povo da Ilha da Páscoa, e tantas outras sociedades, revelaram que até os impérios mais poderosos são frágeis diante da passagem do tempo. O colapso raramente surge de forma repentina; resulta antes de um acumular de fatores: esgotamento de recursos, alterações climáticas, desigualdade social, corrupção política, guerras internas e até avanços tecnológicos que, prometendo progresso, acabam por trazer novos perigos. No centro destes desastres repete-se o mesmo erro humano: a arrogância de acreditar que «connosco será diferente». O passado recorda-nos que o fim nunca é inevitável. Se formos capazes de aprender com os erros de ontem, ainda poderemos construir um futuro comum e evitar que a nossa civilização seja apenas mais um capítulo numa longa lista de colapsos. UMA REFLEXÃO ENVOLVENTE, ERUDITA E INQUIETANTEMENTE ATUAL SOBRE O FASCÍNIO ETERNO QUE SENTIMOS PELO FIM DO MUNDO, E SOBRE O QUE ISSO DIZ DE NÓS.