
Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido de Pedro Prostes da Fonseca
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 160
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"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
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Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido de Pedro Prostes da Fonseca—
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Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido de Pedro Prostes da Fonseca
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
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Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"Abril, dia 25, ano de 1974. Portugal saía de uma longa ditadura. Um País em entusiasmo, mas muito pouco preparado para os desafios que o esperavam. Verão Quente de 1975: Tudo Era Permitido, de Pedro Prostes da Fonseca, faz luz sobre a forma exaltada como se viveram 1974 e 1975, os dois primeiros anos após a Revolução dos Cravos. Foi um tempo pejado de episódios alucinantes: da «caça aos fascistas», fossem-no ou não, passando pelos mandados em branco que podiam ditar a prisão sem culpa formada, até ao famoso cerco à Assembleia da República. Houve delírios: um militar de Abril ia de chaimite tomar café; o herói da revolução, Otelo Saraiva de Carvalho, quase seria linchado por uma população confusa e em histeria; alunos a sanearem professores; soldados guedelhudos a espiolhar carros à procura de armas; livre acesso ao voyeurismo sexual em cinemas que passariam exclusivamente filmes pornográficos.. Mas também foi o tempo de realizações há muito adiadas. E de












