
Viagem a Itália (Livro de Bolso) de Johann Wolfgang Goethe
Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.
Nº Páginas: 544
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Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.
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Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.
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Obra escrita a partir dos diários de Goethe, Viagem a Itália é, como o próprio nome indica, uma descrição da viagem que o autor empreendeu a Itália, entre 1786 e 1788, e que constituiu uma peça marcante no seu percurso estético e filosófico. "Quando, em 3 de Setembro de 1786, Goethe não regressa das termas de Karlsbad a Weimar, mas, em vez disso, parte em segredo e incógnito para Itália, está apenas a levar à prática uma decisão pessoal adiada e um imperativo cultural de que nenhum homem de letras, intelectual ou artista pode prescindir a partir de meados do século XVIII. A Itália tornara-se, para a aristocracia já desde o século XVIII, e para a burguesia culta no seguinte, no objectivo último e incontornável do grand tour europeu." A Itália, para Goethe, simbolizava o sul quente e apaixonado, por oposição a um norte frio e cauteloso, um lugar onde o passado clássico, embora devastado, se mantinha vivo numa sequência de espaços e num inventário de símbolos e de hábitos para os quais procurou significado, redescobrindo-se nas interpretações que foi criando no seu percurso.












